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BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?
Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...
sábado, 31 de maio de 2025
O preço do vício: um infarto para largar o cigarro
No Dia Mundial de Combate ao Cigarro, compartilho um testemunho que muitos evitam ouvir, mas que precisa ser dito. Por anos, fui fumante convicto. Participei de campanhas de saúde, recebi orientações, vi estatísticas alarmantes, mas nada disso foi suficiente para me fazer largar o vício. A consciência existia, mas a força do hábito era maior. Infelizmente, precisei encarar o limite da vida para compreender a gravidade do que fazia comigo mesmo. Um infarto — grave, inesperado e aterrorizante — foi o ponto final que eu jamais desejaria, mas que me forçou a mudar.
A dor física foi intensa, mas a dor emocional de perceber que tudo poderia ter sido evitado é ainda mais profunda. Não recomendo esse caminho a ninguém. Hoje, recuperado, vejo o cigarro como um inimigo silencioso, que engana, conforta e, no fim, mata. Que minha experiência sirva de alerta: não espere seu corpo gritar o que sua razão já sabe. O melhor momento para parar é agora.
O dia 31 de maio é marcado como o Dia Mundial Sem Tabaco, uma iniciativa criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com o objetivo de conscientizar a população sobre os malefícios do cigarro e incentivar políticas públicas de controle do tabagismo. A data busca alertar sobre os danos causados pelo consumo do tabaco — responsável por milhões de mortes evitáveis todos os anos — e destacar a importância da prevenção e do apoio aos fumantes que desejam abandonar o vício. Mais do que uma simples campanha, o 31 de maio representa um chamado à vida, à saúde e à reflexão sobre escolhas que impactam diretamente o bem-estar individual e coletivo.
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sexta-feira, 30 de maio de 2025
Mastro verde de Santo Antônio simboliza esperança e fortalece fé dos fiéis em Campo Maior
Em um gesto de profunda simbologia espiritual, o mastro de Santo Antônio foi conduzido nesta quinta-feira (29) do Centro Diocesano ao Colégio Patronato Nossa Senhora de Lourdes, em Campo Maior, já pintado de verde, cor que representa a esperança — tema central dos festejos deste ano.
O padre Antônio Pereira, pároco da Catedral, destacou que a escolha da cor tem como objetivo renovar a fé e a confiança do povo em tempos de desafios. A haste sagrada, feita do caule de uma carnaubeira cuidadosamente escolhida, será erguida de forma manual, em gesto de devoção comunitária.
Após os 13 dias de celebrações, o mastro será leiloado, permitindo a confecção de um novo símbolo para o próximo ano, sempre com o compromisso de preservar a tradição e a segurança dos fiéis.
Cercado por lendas, o “Pau de Santo Antônio” é tocado por devotos que, com fé, pedem bênçãos e graças, inclusive o casamento. A procissão de abertura acontecerá no sábado (31), conduzindo a bandeira até o altar da Catedral, onde os corações se unirão em oração ao Santo Padroeiro.
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terça-feira, 27 de maio de 2025
Salvador inaugura creche para bebês reborn — porque boneco também precisa de atividade recreativa.
Um empreendimento inusitado tem chamado atenção em Salvador (BA): a “Hollow Head Daycare”, primeira creche do Brasil dedicada exclusivamente a bebês reborn — bonecos hiper-realistas colecionáveis, tratados por muitos como filhos. A creche, que abriu as portas no início de 2025, já tem vagas esgotadas e uma fila de espera considerável.
Voltada ao público adulto, a Hollow Head oferece serviços personalizados como troca de fraldas, alimentação simulada, penteados e até atividades recreativas. Os bonecos participam de sessões de cinema, oficinas sensoriais e ensaios fotográficos. Há também serviços especializados, como transporte, manutenção e até cirurgias de redesignação sexual, sob demanda dos “pais”.
A fundadora, inspirada por experiências internacionais, afirma que o projeto busca acolher o lado afetivo e criativo de quem coleciona reborns. Com o sucesso da unidade, a expansão já está em planejamento. Em tempos em que a fronteira entre o real e o simbólico se mistura, a creche levanta debates e curiosidades — mas também mostra que o afeto pode se expressar de formas surpreendentes.
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segunda-feira, 26 de maio de 2025
Matou, foi condenado e virou vereador: até onde vai a moral na política
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| Givaldo Batista Soares Foto reprodução redes sociais |
Nesta segunda-feira (26), uma notícia causou indignação em muitos piauienses: o Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) decidiu manter no cargo o vereador Givanildo Batista Soares (MDB), da cidade de Lagoinha do Piauí, mesmo ele tendo sido condenado por homicídio no estado do Pará.
A decisão veio após o Ministério Público Eleitoral tentar tirar o mandato do vereador, alegando que ele teria mentido ou escondido a condenação no momento da candidatura. No entanto, os juízes do TRE entenderam que, na época do registro da candidatura, ele ainda podia concorrer legalmente, pois a condenação não tinha transitado em julgado (não era definitiva na Justiça Eleitoral).
Ou seja: pela letra da lei, ele pôde ser eleito.
Mas essa decisão acendeu um alerta na população. Afinal, como uma pessoa condenada por matar alguém pode representar os cidadãos em uma câmara de vereadores?
Quando o que é legal não é moral
Esse caso traz à tona uma discussão antiga, mas muito atual: o que é legal nem sempre é moral.
Legalmente, o vereador cumpriu os requisitos da lei eleitoral.
Moralmente, muitos se perguntam: alguém com esse tipo de histórico tem condições de representar o povo, discutir leis e cobrar ética dos outros?
Estamos diante de um exemplo claro de como a lei permite, mas a consciência coletiva rejeita.
É como diz o ditado: "nem tudo que a lei permite, o bom senso aprova."O que dizem as redes?
Nas redes sociais, o assunto virou pauta quente. Internautas de várias partes do estado demonstraram surpresa, revolta e preocupação. Para muitos, esse tipo de situação mostra que é preciso rever regras eleitorais e ampliar os critérios de ficha limpa.
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domingo, 25 de maio de 2025
Prefeito atolado no lixo, governador investe pesado e povo cai no forró com Moleca 100 Vergonha
A crise da coleta de lixo em Campo Maior atingiu seu ponto máximo esta semana, colocando o prefeito Joãozinho Félix no centro de um turbilhão político. Vereadores da oposição protocolaram denúncias formais ao Ministério Público, cobrando investigação rigorosa e questionando a legalidade da rescisão contratual com a empresa de limpeza urbana. Nos bastidores, já se fala em possível pedido de afastamento do prefeito, sob alegações de omissão e má gestão.
Enquanto a cidade acumula lixo nas ruas, Joãozinho mantém sua postura habitual de minimizar os problemas, tentando desviar o foco com discursos genéricos e promessas futuras. Para a população, a paciência está no limite.
Em contrapartida, o governador Rafael Fonteles anunciou a liberação de R$ 4,7 milhões para a UESPI de Campo Maior, investimento que contrasta com a paralisia da gestão municipal. O recurso fortalece a educação superior e é visto como um alívio em meio ao cenário de descaso local.
O único suspiro de alívio veio com a confirmação da banda Moleca 100 Vergonha na Festa do Trabalhador de Jatobá do Piauí, que se consolida como a principal atração cultural do mês na região dos Carnaubais. Para muitos, será um momento de escapar — ainda que por algumas horas — da rotina de descuido que marca a atual administração.
sexta-feira, 23 de maio de 2025
"Quanto mais apanha, mais gosta": Vereador choca ao naturalizar violência contra a mulher em plenária
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| No palanque da irresponsabilidade, o vereador Bebe Água tenta justificar o injustificável. |
Um discurso lamentável proferido pelo vereador José Carlos (MDB), conhecido como Bebe Água, durante sessão da Câmara Municipal de Capela (SE), na última terça-feira, gerou indignação nas redes sociais e levantou questionamentos sobre a responsabilidade de agentes públicos ao se manifestarem em espaços institucionais.
Ao tentar comparar disputas políticas com relacionamentos abusivos, o parlamentar afirmou:
“Infelizmente, na política tem essas coisas, quem mais maltrata é beneficiado [...]. É a mesma história, quanto mais apanha, é que a mulher mais gosta do homem. [...] É a verdade, é a vida.”
A fala, carregada de machismo e naturalização da violência doméstica, foi amplamente criticada. Em resposta à repercussão negativa, o vereador afirma que foi “mal interpretado” e que a frase foi “tirada de contexto”, embora reconheça que a colocação foi infeliz.
Diante da pressão popular, Bebe Água voltou à tribuna nesta ontem (quinta-feira,22) para se retratar:
"Reconheço que errei e reconheço a gravidade das palavras utilizadas [...] a violência contra as mulheres é um problema que precisa ser combatido com firmeza."
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Sergipe (OAB/SE) exigiu que a presidência da Câmara tome providências para apurar a conduta do vereador, considerada inaceitável para quem ocupa cargo público. A entidade reforçou que manifestações como essa reforçam estigmas e colocam em risco os avanços no combate à violência de gênero.
Em tempos de luta por respeito, igualdade e justiça, declarações como a de Bebe Água escancaram o quanto ainda há a se caminhar — inclusive dentro das casas legislativas.
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quinta-feira, 22 de maio de 2025
Intolerância e ódio: Babalorixá é baleado após ataque homofóbico e religioso em SP
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| Aumento dos casos de intolerância religiosa |
Na madrugada do último sábado (17), o babalorixá Leandro Teixeira dos Santos, conhecido como Leandro de Oyá, foi vítima de um brutal ataque homofóbico e de intolerância religiosa em Mauá, na Grande São Paulo. O caso foi denunciado nas redes sociais nesta terça-feira (21) pelo também babalorixá Sidnei Barreto Nogueira (@professor.sidnei), que exigiu justiça e chamou atenção para a violência sofrida por praticantes de religiões de matriz africana.
Leandro voltava a pé de um rito de candomblé, ainda vestido com roupas brancas, quando foi abordado por um homem que o insultou repetidamente com ofensas homofóbicas. O agressor, de 27 anos, voltou para casa, pegou uma arma de fogo e disparou contra as pernas do religioso, atingindo ambas.
Mesmo ferido, Leandro sobreviveu e passou por cirurgias. Ele segue em recuperação e afirma estar emocionalmente abalado, mas decidido a buscar justiça. “Me sinto extremamente agredido, usurpado dos meus direitos. Só estava com minhas roupas de candomblé”, desabafou.
A Secretaria da Segurança Pública informou que o criminoso foi preso em flagrante e confessou o crime. O caso foi registrado como tentativa de homicídio, com motivação homofóbica e religiosa.
Leandro declarou que acompanhará o processo judicial. “Nunca vamos nos calar. Exú é dono da comunicação, então ele não deixa nos calar”, afirmou, reforçando sua fé e resistência.
domingo, 18 de maio de 2025
“O Bode Quer Pular a Cerca: Joãozinho Félix e o Namoro com o Karnak
| “Quando o bode vira camaleão: da oposição feroz ao joinha governista em tempo recorde. Na sala do Karnak, todo mundo vira parceiro — ao menos até a próxima eleição.” |
O prefeito Joãozinho Félix resolveu dar uma voltinha pelos salões do Palácio de Karnak e saiu de lá todo sorridente ao lado do governador Rafael Fonteles e dos deputados Flávio Nogueira pai e filho. Nas palavras do próprio, a conversa foi “produtiva”, com direito a promessas de asfalto, parcerias na educação e até apoio à cultura. Mas, nos bastidores da política campo-maiorense, o clima não é de festa — muito pelo contrário.
Petistas históricos da cidade, hoje com pouquíssimo espaço político, estão à beira de um ataque de nervos. Vêem com desconfiança esse novo “namoro” de Félix com o governo estadual. Para eles, tudo não passa de mais uma manobra do prefeito para atrair ações do Estado, carimbar como se fosse obra sua e, depois, dar o famoso “calote” político — como já teria feito em outras ocasiões. Um veterano político da terra dos carnaubais não poupou palavras: “É só enrolação”.
O cenário ganha ainda mais tensão com os rumores de uma possível “chapinha” governista para deputado estadual. Caso se confirme, os “bodes” (como são chamados os aliados de Félix) podem ganhar força e até tomar a vaga de algum representante da esquerda — o que seria uma ironia amarga, já que Félix é cria da direita e defensor fervoroso do bolsonarismo, tendo herdado os votos do ex-prefeito César Melo.
Nas eleições de 2018 e 2022, o prefeito não economizou nas críticas aos governos petistas, chamando-os de ineficientes e corruptos. Agora, tenta posar de aliado em potencial. A pergunta que fica é: o bode mudou de pele ou só aprendeu a pastar em novos terrenos?
Uma coisa é certa: em Campo Maior, o jogo político continua sendo jogado com gosto. E os petistas que se cuidem — o bode está solto.
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