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segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Contratação polêmica: Cultura do Piauí chama cantora acusada de apagar orixás e gera revolta



A contratação da cantora Cláudia Leitte pela Secretaria de Cultura do Piauí gerou forte reação dos povos de terreiro e de entidades ligadas às religiões de matriz africana. Em nota de repúdio, lideranças religiosas e movimentos culturais afirmam que a escolha da artista desrespeita princípios de diversidade e inclusão que devem orientar as políticas públicas de cultura.

A polêmica se intensificou após a cantora passar a alterar, em apresentações recentes, trechos de músicas que faziam referência a orixás, substituindo-os por expressões de cunho cristão. Para os povos de terreiro, a mudança não é apenas artística, mas um gesto simbólico que evidencia preconceito religioso e contribui para o apagamento das tradições afro-brasileiras.

Na avaliação dos signatários da nota, o Estado, por ser laico, não pode chancelar práticas que reforcem a intolerância religiosa. Eles ressaltam que comunidades de matriz africana historicamente sofrem discriminação e que decisões institucionais como essa ampliam a sensação de invisibilidade e desrespeito.

Ao final, os povos de terreiro cobram um posicionamento público da Secretaria de Cultura do Piauí e a revisão dos critérios de contratação com recursos públicos. O episódio reacende o debate sobre racismo religioso e o papel do poder público na promoção do respeito à diversidade cultural e religiosa.

terça-feira, 10 de junho de 2025

Violenta operação destrói espaço sagrado de terreiro na Bahia e gera nota de repúdio


    Na manhã de ontem, o terreiro Ilê Axé Oyá Onira’D, na Bahia, foi alvo de uma ação policial que utilizou máquinas de demolição para destruir estruturas físicas e móveis do espaço religioso. A comunidade, profundamente abalada, afirmou que a operação foi conduzida sem qualquer aviso prévio ou diálogo com lideranças religiosas, apesar de haver “articulação e diálogo prévio com órgãos públicos”, segundo nota divulgada.
    A nota de repúdio descreveu o episódio como “ação violenta e desrespeitosa” e repudia a “operação arbitrária” que violou a integridade do local sagrado. A frase final, “Axé! Resistiremos!”, reforça a determinação dos filhos e filhas de santo em defender sua liberdade de culto.
    Especialistas ouvidos nesta manhã destacam que atos como este evidenciam persistente intolerância religiosa na região. Casos similares já foram documentados por entidades de direitos humanos em outros terreiros da Bahia, onde árvores sagradas e estruturas religiosas foram destruídas, gerando ações judiciais e mobilizações públicas teiadospovos.org+15cnnbrasil.com.br+15alagoinhas.ba.gov.br+15.
    O estado da Bahia instituiu em 2024 a Ronda Omnira, uma força especial para proteger espaços de religiões de matriz africana, mas episódios como este questionam a efetividade da medida. Representantes da comunidade agora exigem investigações rigorosas, responsabilização dos envolvidos e reparação pelos danos causados.
    Líderes religiosos relatam “frio e indignação” entre frequentadores, que se sentem desprotegidos e vulneráveis. A comunicação oficial das polícias ou das prefeituras envolvidas ainda não foi divulgada.
    O episódio reacende o debate sobre necessidade urgente de treinamento policial em liberdade religiosa e empatia cultural, reforçado por artigos do Código Penal que tipificam crimes contra culto religioso . A imprensa local e as redes sociais estão mobilizadas, com manifestações e protestos em apoio ao terreiro.
    Embora a operação tenha destruído fisicamente o espaço, líderes de fé afirmam que a força simbólica da ancestralidade e do axé permanece intacta — e que a resistência seguirá firme frente a qualquer tentativa de silenciamento.

quinta-feira, 22 de maio de 2025

Intolerância e ódio: Babalorixá é baleado após ataque homofóbico e religioso em SP

Aumento dos casos de intolerância religiosa


Na madrugada do último sábado (17), o babalorixá Leandro Teixeira dos Santos, conhecido como Leandro de Oyá, foi vítima de um brutal ataque homofóbico e de intolerância religiosa em Mauá, na Grande São Paulo. O caso foi denunciado nas redes sociais nesta terça-feira (21) pelo também babalorixá Sidnei Barreto Nogueira (@professor.sidnei), que exigiu justiça e chamou atenção para a violência sofrida por praticantes de religiões de matriz africana.

Leandro voltava a pé de um rito de candomblé, ainda vestido com roupas brancas, quando foi abordado por um homem que o insultou repetidamente com ofensas homofóbicas. O agressor, de 27 anos, voltou para casa, pegou uma arma de fogo e disparou contra as pernas do religioso, atingindo ambas.

Mesmo ferido, Leandro sobreviveu e passou por cirurgias. Ele segue em recuperação e afirma estar emocionalmente abalado, mas decidido a buscar justiça. “Me sinto extremamente agredido, usurpado dos meus direitos. Só estava com minhas roupas de candomblé”, desabafou.

A Secretaria da Segurança Pública informou que o criminoso foi preso em flagrante e confessou o crime. O caso foi registrado como tentativa de homicídio, com motivação homofóbica e religiosa.

Leandro declarou que acompanhará o processo judicial. “Nunca vamos nos calar. Exú é dono da comunicação, então ele não deixa nos calar”, afirmou, reforçando sua fé e resistência.

terça-feira, 24 de janeiro de 2023

Intolerância religiosa aumenta no Brasil aponta relatório

Mãe Maria Pereira em foto por Luciano Klaus
70 anos de Umbanda
Continuamos a falar sobre intolerância religiosa por crermos ser um tema que deve ser debatido à exaustão, vez envolver uma quantidade significativa de pessoas, especialmente aos adeptos das religiões de Matriz Africana.

O 2º Relatório sobre Intolerância Religiosa: Brasil, América Latina e Caribe, organizado pelo Centro de Articulação de Populações Marginalizadas e pelo Observatório das Liberdades Religiosas com apoio da Representação da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) no Brasil, apontou um aumento dos casos de intolerância religiosa no país nos últimos anos. O levantamento foi divulgado no sábado (21.jan.2023) como parte do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. Os dados do estudo indicam que as religiões de matriz africana, mesmo sendo uma minoria, são as mais atingidas pela intolerância.

É necessário, assim, que se tenha o conhecimento necessário para o entendimento da importância e o significado da Umbanda, do Candomblé, dentre outras, para que atos de violência verificados pela intolerância não sejam algo frequente.

O relatório pode ser visualizado aqui.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

Bruno Gagliasso é vítima de intolerância religiosa

 

Bruno Gagliasso é vítima de intolerância religiosa por falar em Orixás

Quem disse que a intolerância religiosa e o preconceito atinge apenas as camadas mais populares da população? Os famosos, que têm milhões de seguidores nas redes soiais também não estão imunes à manifestações de ódio por conta de professarem religiões de matrizes africanas.

Bruno Gagliasso é uma dessas vítimas. Depois de postar uma foto com a legenda "Aqui é corpo fechado. Exu! Oxóssi! Axé!", uma avalanche de comentários de cunho preconceituoso encheu as redes sociais do ator.

Chamando os Orixás de "diabo" e que o artista queria aparecer, foram as manifestações que dão o tom do tamanho do preconceito de muitas pessoas que, ao desconhecerem a realidade e a teologia das Religiões de Matrizes Africanas, desferem o histórico preconceito embutido em nossa sociedade.

Mais a resposta foi imediata. Bruno recebeu muitos comentários de apoio de outros artista e de centenas de seguidores da suas redes sociais. Muitos saudaram o ator com o "Axé", cumprimento que quer dizer "assim seja", "a paz é contigo" ou "paz e bem", a despeito dos cumprimentos de adeptos de religiões que se dizem cristãs.

 

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Terreiros atacados, religiosa espancada: o dia sangrento que o país ignora.

Jornal de Alagoas de 1912 falou em "bruxaria" ao abordar ataque contra terreiros em Maceió - Reprodução

Dia de Nossa Senhora das Candeias - Nossa Senhora da Luz é um título mariano pelos quais a Igreja Católica venera a Santíssima Virgem Maria. Sob essas designações, é particularmente cultuada em Portugal e Brasil apesar de o surgimento do culto ter sido nas Ilhas Canárias, na Espanha. Iemanjá - significa a mãe dos filhos-peixe. Filha de Olokum, Iemanjá foi casada com Oduduá, com quem teve dez filhos orixás. Por amamentá-los, seus seios ficaram enormes. Infeliz com o casamento e cansada de morar na cidade de Ifé, um dia ela saiu em rumo ao oeste e conheceu o rei Okerê, por quem se apaixonou 

A partir dessas duas definições, convido você a ler a  matéria do UOL que dá o título da nossa postagem. 

CONFIRA CLICANDO AQUI INTERESSANTE MATÉRIA DO UOL

sábado, 19 de outubro de 2019

Festas de Iemanjá e dos Pretos Velhos são reconhecidas como patrimônio de BH

Registros sobre a Festa de Iemanjá podem ser conferidos no Mercado da Lagoinha



A Festa de Iemanjá e da Festa dos Pretos Velhos agora são patrimônio imaterial de Belo Horizonte. A decisão foi tomada pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município durante reunião extraordinária, realizada na noite dessa quarta-feira (16). O reconhecimento atende a uma solicitação de representantes das comunidades tradicionais de matrizes africanas e afro-brasileiras, feita em 2017.
A partir deste momento, o poder público municipal passa a se comprometer em colaborar pela salvaguarda, promoção e continuidade histórica dos dois festejos, que são estrelas de uma exposição fotográfica que acaba de ser aberta no Mercado da Lagoinha.
Festa de Pretos Velhos
Desde 1982, nos meses de maio, a comunidade negra da região Nordeste de Belo Horizonte se reúne na praça Treze de Maio, no bairro Nova Floresta, para cultuar os Pretos Velhos e Pretas Velhas, entidades mais populares da Umbanda. A Festa de Pretos Velhos reúne centenas de afro-religiosos, que vão louvar seus ancestrais, e pessoas que buscam atendimento nas dezenas de terreiros, das várias partes da cidade e região metropolitana que fazem parte do festejo.
Festa de Iemanjá
Realizada anualmente desde 1953, a Festa de Iemanjá é uma cerimônia de grande importância para os adeptos do Candomblé e da Umbanda. Reverenciando a orixá conhecida como Rainha das Águas, o festejo é celebrado nas proximidades da praça Dalva Simão, que compõe conjunto moderno da Lagoa da Pampulha, reconhecido, em 2016, pela UNESCO como patrimônio cultural da humanidade.

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Alesp aprova pena para quem discriminar religião



Foto: O Estado de São Paulo
Violências, constrangimentos, intimidações. Quando se fala em religião são várias as formas de atos discriminatórios realizados diariamente. O projeto de lei 226/2017, aprovado pelos deputados nesta quarta-feira (21/8), tem autoria da deputada Leci Brandão (PCdoB), e penaliza administrativamente a prática de atos discriminatórios por motivos religiosos. 


"Nos últimos tempos, têm havido muitos casos de agressões, muitas situações de constrangimento em relação às pessoas que são do candomblé, da umbanda. Não estou pensando apenas na minha religião, mas sim em todas. Esse projeto é justamente para que seja penalizado quem cometer essa injustiça, pois todo mundo tem direito de ter seu credo", explica Leci. 



Essas "penalidades administrativas" se definem em advertências, multas, suspensões e até cassações aos agressores. Os relatos discriminatórios devem ser feitos na Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania. 



O deputado Gilmaci Santos (PRB) se manifestou favoravelmente ao projeto. "Eu como evangélico poderia levar apenas para um lado, mas o projeto é amplo. Não está falando de uma religião só. Muitas vezes os evangélicos também são muito discriminados, então eu particularmente gostei muito da medida", disse. 



O deputado Arthur do Val (DEM) discursou na tribuna contrariamente à medida. "Você começa a segregar a sociedade em grupos de interesse e você deixa uma subjetividade tomar conta da lei. Eu entendo a boa intenção do projeto, ninguém é favor do preconceito religioso, mas o projeto é ineficiente e vai dar margem, inclusive, para que minorias religiosas sejam atacadas por causa do falso vitimismo de alguns", declarou. 



O projeto aprovado em Plenário segue agora para sanção do governador.


Crédito da matéria: http://regiaonoroeste.com

domingo, 14 de julho de 2019

Crimes contra religiões de matriz africana crescem quase 50% no país

Imagem relacionada

Apesar de a liberdade religiosa ser um direito constitucional dos brasileiros, os ataques contra seguidores de religiões de matriz africana como candomblé e umbanda não param de crescer.
De acordo com dados do Disque 100, canal do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos responsável pelo recebimento de denúncias de discriminação e violação de direitos, entre janeiro e novembro de 2018 foram feitas 213 notificações de ataques à religiões de matriz africana. O número é 47% superior ao registrado no ano de 2017, quando foram contabilizadas 145 denúncias.

quarta-feira, 10 de julho de 2019

"Representantes da Umbanda estarão no XV Congresso Internacional de Turismo Religioso e Sustentável



Trazendo uma lição de amor e fraternidade, representantes da Umbanda farão parte das discussões do XV Congresso Internacional de Turismo Religioso e Sustentável, entre os dias 10 e 12 de julho, em Guarapuava. Esta manifestação religiosa foi fundada no Brasil em 15 de novembro de 1908, data que foi oficializada como o Dia Nacional da Umbanda.

Como uma ciência espiritual, o umbandista acredita que a harmonia entre o homem e a natureza produz a religação entre o ser e Deus, e a partir disso nasce a consciência plena, a qual faz com que o homem conheça seu corpo, espírito e alma. Os rituais são de exaltação à natureza, da qual se retira os subsídios necessários à cura, seja de ordem material ou espiritual. Seus seguidores carregam bandeira branca, símbolo da paz, amor e união fraternal.

Assim que a Umbanda foi fundada estabeleceram-se normas em que aconteceriam os cultos ou sessões, como se chamam os períodos de trabalho espiritual. Os participantes estariam uniformizados de branco e o atendimento seria gratuito. Deu-se também o nome desse movimento religioso de aumbandhã, palavra de origem sânscrita, que se traduz Deus ao nosso lado. A prática da caridade, no sentido do amor fraterno, seria a característica principal dessa crença, que tem por base o Evangelho de Cristo e, como mestre supremo, Jesus.

Além do Candomblé, os participantes do evento poderão conhecer a história e singularidade de outras manifestações religiosas que farão parte do Congresso, compondo a diversidade guarapuavana.



Ao final do evento, todos os participantes receberão certificados de 20h. O XV Congresso Internacional de Turismo Religioso e Sustentável é organizado pela Prefeitura de Guarapuava, por meio da Secretaria de Turismo, em parceria com a Fundação São José de Campo Mourão.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Likes ou fé: o que está levando jovens para o candomblé e umbanda?

Paulo Castro
Foto: Paulo Castro

Segmentos religiosos discriminados historicamente por suas raízes africanas, a Umbanda e o Candomblé lutam pelo reconhecimento e respeito dos brasileiros, desenvolvendo uma série de ações políticas e educacionais, como forma de evitar o preconceito que paira sobre o "povo de terreiros".

Nos últimos anos, tanto a nível nacional quanto local, umbandistas e candomblecistas têm buscado nas redes sociais (especialmente facebook e instagran) divulgar eventos e cultos, no sentido de conscientizar que é preciso conhecer o que realmente representa a religião e a cultura.

Importante blog (Universa) do Portal UOL, traz interessante matéria sobre o jornalista Bruno Acioli, 33, que "ficou conhecido nas redes sociais por falar da religião e por criar o Projeto Umbanda, site que reúne fotos para divulgar celebrações de sua fé". Bruno fala da religião, que, assim como o candomblé, tem atraído novos seguidores, que compartilham suas experiências com imagens no Instagram e no Facebook. "Elas estão se tornando a religião do momento".

Ficou interessado em saber mais? Acesse e leia a matéria na íntegra.


sábado, 2 de fevereiro de 2019

Religiões afro-brasileiras sofrem com a violência e intolerância


Discriminação e preconceito com candomblé e umbanda são históricos no Brasil, mas registros de ataques têm aumentado nos últimos anos. Avanço dos evangélicos neopentecostais preocupa adeptos.

Na manhã deste 2 de fevereiro, milhares de pessoas vão estar dando as boas-vindas aos primeiros raios de sol nas praias de todo o litoral brasileiro. A Festa da Rainha do Mar, celebração em homenagem à divindade do candomblé Iemanjá, é uma tradição de vários municípios brasileiros.
"É mais do que uma festa, é mais do que uma festa do folclore. E, para as pessoas que creem, é uma festa que tem importância religiosa, simbólica e de obrigação", diz Marcelo Nascimento Bernardo da Cunha, diretor do Museu Afro-Brasil, da Universidade Federal da Bahia (UFBA).
"Não é raro nestas festas ter grupos neopentecostais pregando, demonizando esta festa, dizendo que é um lugar do pecado", frisa Cunha, acrescentando que esse tipo de distúrbio já é antigo. "É o de sempre. No século 19 já existiam esses ataques", lamenta.
Naquela época, o próprio Estado oprimia a cultura trazida pelos escravos vindos da África. "Eram política e cultura forjadas pelo Estado. Os terreiros eram controlados. Foi o Estado que tornou algo natural que esses lugares fossem atacados", afirma.
Diariamente, vê-se na imprensa casos de intolerância religiosa, algumas manifestações chegam até mesmo à violência física. Isso traz uma preocupação muito grande para os adeptos das religiões de matriz africana e requer de toda a sociedade grande mobilização para que se estanque esse tipo de violência.
A Agência Brasil traz interessante matéria sobre o assunto.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Record terá que exibir programas sobre religiões de matriz africana após ser condenada


Após um longo processo judicial de 15 anos, Record TV e Record News entraram em acordo com o Ministério Público Federal, que moveu uma ação junto ao Instituto Nacional de Tradição e Cultura Afro-Brasileira (Itecab) e o Centro de Estudos das Relações de Trabalho e da Desigualdade (Ceert).

Condenados por terem veiculado agressões a religiões de matriz africana, o canal pago de Edir Macedo terá que exibir três programas educativos sobre as religiões e um com teor documental – os quatro terão 20 minutos cada, informou o jornal O Globo.

Itecab e o Ceert serão responsáveis pela criação do material, que será bancado pelo Grupo Record. Além disso, o Grupo terá que pagar R$ 300 mil para cada um dos órgãos, totalizando R$ 600 mil de penalidade.
Os programas terão que passar pela aprovação da companhia antes de irem ao ar. Cada um será transmitido três vezes. A Record TV não terá que exibir o material, o que antes era umas das exigências da ação.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Primeira turma de Yorubá recebe certificados no Memorial Zumbi dos Palmares

Pela primeira  vez uma ação cultural e intelectual que mivementou boa parte da comunidade dos terreiros de Umbanda e Candoblé. De iniciativa do Governo Estadual, foi oferecido curso de Yorubá, língua africana mais falada pelas religiões de matriz africana.

Ficamos por demais satisfeitos, vez que é patente o preconceito em relação às religiões de matriz africana, relegadas a patamares inerirores em relação às religiões cristãs.

Acesse matéria completa AQUI