![]() |
Presidente Lula Imagem Divulgação BR |
Com um aumento de 7% maior que a inflação, o Governo Lula deverá assinar Decreto fixando o valor de R$ 1.518,00,para o salário-mínimo 2025.
![]() |
Presidente Lula Imagem Divulgação BR |
Segundo Paulina Almeida a "luta continua". |
![]() |
Jorge Câmara Professor e poeta |
Linda e solitária Estrela
que à manjedoura guiou,
aos clarividentes do Oriente
o nascimento do Amor.
Sem temor à imensidão,
ao deserto se lançaram.
Na esperança e na missão,
ao Redentor enfim chegaram.
Então ofereceram ao sorridente Menino
especiarias espirituais: incenso e mirra.
Com o ouro, entregaram o sonho divino
de ter tocado o Deus que o mundo inspira
Viva! É Natal do Deus feito homem,
do Salvador de Lázaros e Madalenas.
De Zaqueus, de Joões e de mim também,
que creio no amor em todas as cenas.
![]() |
Mensagens no WhatsApp |
O assédio, infelizmente, é um problema recorrente e grave, que afeta diretamente o ambiente educacional e o bem-estar das pessoas. Em 2022, o Piauí registrou um aumento alarmante nos casos de assédio moral e sexual, com mais de 600 denúncias formais registradas pela Secretaria de Segurança Pública, expondo um cenário preocupante em diversas esferas da sociedade. Contudo, a gravidade do assédio deve ser tratada com prioridade, principalmente dentro de Instituições de Ensino Superior, onde deveria prevalecer o exemplo de respeito e proteção aos direitos humanos.
É inaceitável que atitudes machistas e comportamentos abusivos sejam naturalizados ou minimizados, especialmente em um espaço que deveria incentivar o pensamento crítico e o respeito mútuo. Quando uma denúncia de assédio é formalizada, a instituição tem a responsabilidade de agir com imparcialidade e rigor. O primeiro passo, em qualquer situação, é o afastamento do acusado até a conclusão de um inquérito completo e competente. Isso não é uma condenação prévia, mas uma medida de proteção para ambas as partes e para o ambiente institucional.
Matérias relacionadas a denúncia de assédio no Campus Heróis do Jenipapo, da UESPI de Campo Maior:
O espírito de corpo, ou seja, a tendência de defender colegas sem questionamento, não pode prevalecer em situações de assédio. Esse comportamento cria um clima de impunidade e intimidação que desestimula as vítimas de denunciarem e enfraquece a confiança na instituição. Quando uma denúncia de assédio surge, a transparência e a objetividade devem nortear as decisões, garantindo que todos os envolvidos sejam tratados com justiça e respeito.
Por fim, caso a investigação comprove a inocência do acusado, é fundamental que a instituição tome as devidas providências contra o denunciante, caso tenha havido má-fé. No entanto, até que os fatos sejam esclarecidos, o afastamento é uma medida prudente e necessária. O assédio é um crime que precisa ser combatido com seriedade, e as instituições de ensino têm a responsabilidade de agir com rigor e ética para que sejam espaços de segurança e respeito para todos.
![]() |
Monumentos às Orixas das Águas Crédito: Portal de Luzes |
![]() |
Crédito: arquivo Comissão Arns |
Nos últimos tempos, o Brasil tem presenciado um alarmante aumento de casos de corrupção envolvendo setores cruciais do Estado, como a Justiça e a Polícia. Juízes, desembargadores e policiais de diversas patentes vêm sendo alvo de investigações e prisões, deixando a sociedade perplexa e desamparada. Afinal, como confiar em instituições que, teoricamente, deveriam proteger e garantir a segurança e a justiça, mas que agora se mostram contaminadas por práticas ilícitas?
A corrupção no sistema judicial e policial não é novidade no país, mas o número crescente de casos revelados nos últimos meses evidencia a profundidade desse problema. Quando autoridades, investidas de poder e responsabilidade, abusam de suas funções para obtenção de vantagens pessoais, o impacto é devastador. Além de minar a confiança pública, esses atos corroem a própria estrutura democrática, que depende da integridade das instituições.
Esse cenário suscita uma pergunta difícil: em quem podemos confiar? Se até mesmo aqueles encarregados de aplicar e defender a lei se mostram corruptíveis, onde está a segurança do cidadão comum? Esse dilema é especialmente angustiante para as pessoas de bem, que se sentem vulneráveis e sem amparo diante de tamanha desordem moral e ética.
A solução para esse problema exige ações profundas. A criação de órgãos de fiscalização independentes, transparência nos processos judiciais e fortalecimento de punições para os crimes de corrupção são apenas alguns dos passos necessários. Mais do que nunca, é fundamental que a sociedade se mobilize para exigir que aqueles que ocupam cargos de poder sejam responsabilizados por seus atos. Afinal, sem justiça e segurança de fato confiáveis, o Brasil seguirá prisioneiro de sua própria crise ética.
Desde ontem (8 de novembro) umbandistas de todo o Brasil estão reunidos em Salvador na 2ª Edição do Encontro de Umbanda e será encerrado amanhã (dia 10). O encontro tem como objetivo discutir, celebrar e fortalecer a a fé e a cultura das religiões de matriz africana.
Segundo os organizadores do evento, essa é uma oportunidade única de aprendizado, troca de saberes e fortalecimento da Umbanda.
O Piauí está representado pelo Pai de Santo Rondinele de Oxum.
![]() |
Pai Rondinelli (esq.), Mãe Diana e Sr. Clarindo |
O termo “estelionato político” refere-se a uma prática cada vez mais comum em campanhas eleitorais: a promessa de ações e projetos que nunca se cumprem após o candidato eleito assumir o poder. Esse tipo de engano, além de lesar o voto e a esperança da população, perpetua um ciclo de descrença no sistema político e afeta diretamente o desenvolvimento das cidades. Mas o que realmente significa enganar a população e quais são as consequências desse ato?
A frase de Rui Barbosa, mencionada como desabafo, reflete bem o sentimento de frustração de muitos cidadãos. A cada eleição, assistimos à “vitória das nulidades” e ao crescimento da injustiça social, com poderes concentrados nas mãos de quem pouco se importa com o bem público. A prática do estelionato político não se resume a promessas não cumpridas, mas envolve a manipulação das expectativas e a distorção dos reais interesses da população, gerando não apenas decepção, mas também uma perda gradual de valores éticos.
Esse cenário, além de desmotivar o cidadão comum a buscar uma vida honesta e pautada pela honra, fragiliza os pilares da democracia. Quando as pessoas deixam de acreditar nas lideranças, o custo é alto: não só pelo investimento perdido em candidatos e campanhas, mas pelo impacto na educação, na saúde e na segurança. A população é forçada a arcar com os prejuízos de uma administração que finge compromisso e entrega resultados insatisfatórios.
Se não houver uma mudança nesse ciclo, corremos o risco de enfrentar uma sociedade cada vez mais apática e desiludida. É urgente que todos – eleitores e eleitos – reconheçam a necessidade de resgatar valores como a transparência, a responsabilidade e a honestidade. Somente assim será possível restabelecer a confiança na política e assegurar que o futuro da nossa cidade seja guiado por mãos verdadeiramente comprometidas com o bem-estar coletivo.
![]() |
Imagem: arquivo SALIPI |
![]() |
Crédito: tjms |
![]() |
Obra O filho de um homem Surrealismo de Margerit |
Em um país onde a desigualdade econômica é gritante, é impossível não perceber que as leis parecem funcionar de maneira diferente para ricos e pobres. Enquanto o cidadão comum enfrenta um sistema legal rigoroso e muitas vezes implacável, o rico desfruta de uma impunidade quase institucionalizada, tendo dinheiro, compra sentenças. Os recentes escândalos envolvendo grandes figuras do mundo empresarial, político e judicial revelam um padrão perturbador: roubo, falsificação, corrupção e até crimes mais graves são cometidos sem que uma o réu seja julgado, gerando uma sensação de que a justiça é seletiva.
A realidade cotidiana escancara que, para o rico, o peso da lei é muitas vezes suavizado por uma rede de influências e brechas legais. Crimes financeiros, como lavagem de dinheiro e distribuição de valores falsificados, são apenas a ponta do que sabemos. A ausência de investigações robustas e de condenações efetivas reforça a percepção de que a justiça não alcança os poderosos da mesma forma que atinge os desfavorecidos. Não é raro vermos grandes empresários e políticos acusados de crimes graves saindo ilesos, enquanto a população marginalizada enfrenta processos longos e punitivos por delitos muito menores.
Essa desigualdade é palpável em lugares como Campo Maior, onde a população vive dias de fingimento, assistindo ao desenrolar de um verdadeiro espetáculo farsesco. Enquanto as elites continuam a acumular poder e riqueza, a população se sente cada vez mais excluída e enganada. Até quando o circo estará armado? Até quando a população aceitará passivamente essa encenação, onde a justiça se traveste de imparcialidade, mas favorece sempre os mesmos? É necessário romper com essa estrutura de engano, onde as leis, em vez de protegerem os direitos de todos, são usadas como ferramentas para manter os poderosos fora de alcance e os pobres em permanente estado de vulnerabilidade.
Esse descompasso entre os diferentes tratamentos judiciais não apenas mina a confiança da população no sistema, mas também perpetua a sensação de que a justiça, em sua essência, serve para proteger os interesses da elite. Se a lei não for aplicada de maneira equitativa, ela deixa de ser um pilar da sociedade para se transformar em um instrumento de controle, onde quem tem poder econômico e político não precisa temê-la, enquanto o pobre é sufocado por suas imposições.
![]() |
Campo Maior pede socorro!!!!!! |
Até quando vamos permitir que Joãozinho Félix deboche da Justiça Piauiense?
O atual prefeito de Campo Maior parece intocável, acumulando crimes e escândalos enquanto as autoridades fazem vista grossa. Quantos crimes mais ele precisa cometer para que se tome uma providência? A população de Campo Maior está cansada de ver o poder nas mãos de quem se acha acima da lei.
Se fosse uma pessoa pobre, será que teria os mesmos privilégios? Certamente não. Enquanto os mais humildes enfrentam a justiça com todo o rigor, Joãozinho Félix se esconde atrás de influências e favorecimentos.
Chegou a hora de darmos um basta! O povo de Campo Maior não pode mais aceitar que quem deveria zelar pelo bem comum continue a agir com impunidade. Ele não é todo poderoso! Precisamos de uma cidade justa, onde todos sejam iguais perante a lei.
Justiça para todos, privilégios para ninguém!
![]() |
Deputado Estadual do Ceará Apóstolo Luiz Henrique (Republicanos) denuncia silêncio da Bancada Evangélica |
De norte a sul do Brasil, pipocam as prisões de pastores "bolsonaristas" envolvidos em escândalos sexuais.
Veja a lista abaixo e confira cada matéria, que tivemos o cuidado de relacionar por mês.
Janeiro:
Pastor investigado por estupro contra criança é preso em Santa Luzia do Itanhy - crime cometido em 2017, mas preso em janeiro
Pastor é preso suspeito de abusar sexualmente de crianças em SC - crime cometido em 2010, mas preso em janeiro
Fevereiro:
Pastor é preso por estuprar sobrinha para deixá-la jogar videogame
Pastor é preso suspeito de estuprar a própria enteada de 7 anos em Esperantina, no Piauí - crime cometido desde que a garota tem 7. Ela tem 14 agora
Março:
Pastor é preso suspeito de estuprar menino de 11 anos que frequentava igreja com a família
Pastor foragido por estupro de adolescente é preso em Manaus - crime cometido em 2005, mas preso agora
Abril:
Pastor é preso suspeito de estuprar mulher no DF; ele já foi condenado por abuso contra criança
Pastor é preso suspeito de torturar criança com barbante por 3 dias após fazer xixi na cama em MT
Davi Passamani: saiba quem é o pastor preso após denúncias de crimes sexuais, em GO
Maio:
Pastor e professor são presos por abuso sexual de crianças em Manaus
Pastor suspeito de estuprar própria enteada é preso no interior do Amazonas
Pastor é preso suspeito de fazer 'unção' em partes íntimas de fiéis no DF
Junho
Pastor suspeito de estuprar quatro crianças em Maricá é preso no Mato Grosso do Sul
Pastor é preso por suspeita de estupro e stalking contra adolescentes de igreja no Ceará
Pastor é preso suspeito de abusar da enteada de 10 anos e outras três crianças no Acre