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BASTIDORES DA POLÍTICA DE CAMPO MAIOR: WELLINGTON SENA PODE PERDER A PRESIDÊNCIA DA CÂMARA?

Fotos crédito: Redes Sociais A política de Campo Maior começa a esquentar — e as conversas de bastidores já apontam para uma possível mudanç...

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domingo, 19 de janeiro de 2025

STF mantém suspensão do passaporte de Bolsonaro: compromisso com a lei e a imparcialidade



    O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por ampla maioria, manter a suspensão do passaporte diplomático do ex-presidente Jair Bolsonaro, mesmo após seu pedido de reaver o documento para viajar aos Estados Unidos, onde participaria da posse do presidente Donald Trump. A decisão reafirma a postura firme da Corte no sentido de garantir que privilégios políticos não comprometam a isonomia da justiça brasileira.
Foto: UOL/Instagram
    Bolsonaro, que já esteve nos Estados Unidos após deixar o cargo em 2022, encontra-se sob investigação por uma série de denúncias relacionadas à sua gestão e a episódios pós-mandato. Para os ministros do STF, a concessão do passaporte diplomático poderia dificultar as investigações em curso, criando um precedente perigoso de fuga ou interferência no processo judicial.
    A viagem para um evento de caráter político internacional não justificaria, segundo a Corte, a flexibilização de uma medida que visa garantir o cumprimento das leis. "A justiça deve ser aplicada de forma igual para todos, sem exceções", afirmou um dos ministros durante a sessão.
Além disso, a decisão do STF é um marco contra a percepção de que ex-mandatários podem utilizar suas conexões internacionais para buscar refúgio ou se eximir de responsabilidades perante a lei. O Supremo tem reiterado que suas decisões não se pautam por motivações políticas, mas pela necessidade de proteger os princípios constitucionais e o estado democrático de direito.
    O caso também destaca a importância da independência das instituições brasileiras. A manutenção da suspensão do passaporte de Bolsonaro simboliza que, no Brasil, a lei não faz distinção entre cidadãos comuns e ex-chefes de Estado. É uma mensagem clara de que, em uma democracia sólida, todos estão sujeitos às mesmas regras e ao mesmo escrutínio.
    O apoio à postura do STF nesse episódio é essencial para reforçar a confiança nas instituições e no compromisso do país com a justiça. Enquanto os processos seguem seu curso, a decisão é uma demonstração inequívoca de que a transparência e a responsabilidade pública não devem ceder lugar a interesses pessoais ou políticos.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

Bolsonaro poderá ser preso nos próximos dias

Bolsonaro tem dado sinais de medo de ser preso

    
Nos bastidores da política brasileira, um cenário de tensão se desenha: a possível prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. A direita radical, que ainda sustenta a imagem de Bolsonaro como líder incontestável, está em polvorosa desde a prisão do general Mauro Lourena Cid. A situação se agravou com a delação premiada de Mauro Cid, filho do general, que revelou um universo nebuloso de irregularidades envolvendo o ex-presidente.
    Outro ponto crítico foi a apreensão de materiais eletrônicos em posse de uma irmã do Ten, Coronel Rodrigo de Azevedo, conhecido como "kid preto" em círculos de investigações. Muitos documentos apreendidos pela PF, segundo fontes próximas ao caso, contêm informações comprometedoras que conectam Bolsonaro a esquemas ainda não completamente revelados.
    Nos próximos dias, a pressão sobre o Judiciário deve aumentar, com protestos sendo organizados por apoiadores do ex-presidente. Enquanto isso, analistas apontam que a prisão de Bolsonaro não apenas balançaria a extrema-direita brasileira, mas também marcaria um novo capítulo na história política do país.


domingo, 15 de dezembro de 2024

E agora, general?

O mal por si se destrói 

    É realmente surpreendente que um general, figura tão austera e erudita, com décadas de estudo em ética, dignidade e respeito à democracia, tenha se envolvido em algo tão repugnante quanto uma tentativa de golpe de Estado. Afinal, quem nunca, em meio ao tédio de uma carreira pautada pelo serviço à pátria, resolveu brincar de subverter a ordem constitucional? A prisão do General Braga Netto pela Polícia Federal, longe de ser um escândalo, é quase um mal-entendido, pois sabemos que homens de sua estirpe são infalíveis representantes da moral e dos bons costumes.
    Certamente, a culpa não é dele, mas de nós, que não compreendemos o contexto. Talvez seja só uma lição prática de como "proteger a democracia" requer... bem, um pouquinho de autoritarismo aqui e ali. E quem somos nós, pobres mortais sem as insígnias de um general, para questionar suas interpretações do que é certo ou errado?
    Que o general tenha a oportunidade de refletir sobre suas ações em um local reservado, como uma cela, é apenas mais um ato altruísta de alguém que, com certeza, está sacrificando sua liberdade em nome de um bem maior. Resta-nos agradecer por essa nova lição de cidadania e continuar confiando cegamente nas figuras que, com o poder da farda, sempre souberam o que é melhor para todos nós.
    Inimaginável tal conduta. Inimaginável que o assunto mais comentado no final de semana tenha sido a prisão de um general, que agora deverá prestar contas dos atos feitos e dos que faria de mal ao povo brasileiro.

sábado, 4 de janeiro de 2020

Pastor Crivella persegue religião genuinamente brasileira

iemanja_mercadao_facebook
Crivella ataca uma religião genuinamente brasileira

Não desejo fazer nenhum tipo de apologia a qualquer religião ou incitar  uma "guerra santa". Desejo, sim, como cidadão, educador e comunicador, levar a quem acessa o nosso Blog informações que mostrem ao ponto em que chegamos.

Assim como a Igreja Católica faz suas procissões - e como gosto delas - e as Igrejas Evangélicas realizam suas "Marchas para Cristo" -muitas das quais acompanho - creio que os adeptos das Religiões de Matriz Africana também têm direitos em realizarem suas manifestações públicas.

Direitos. Isso que defendo como cidadão. Não é justo querer tornar uma cidade, um estado ou a nação evangélica. Dogmas são inerentes a grupos que compartilham as mesmas ideias. Vive-se em um país livre, plural, mestiço e, portanto, culturalmente esses múltiplos contingentes que formaram o que hoje chamamos Brasil não pode e não deve ser dirigido por dogmas desta ou daquela religião. 

Não podemos, em um país em que sua Carta Magna, no artigo 5º, VI, "estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença, assegurando o livre exercício dos cultos religiosos e garantindo, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias". Portanto, somos um país LAICO vislumbrando que cada cidadão/cidadã pode externar suas convicções religiosas - no caso das religiões de Matriz Africana, sua cultura.

No Rio de Janeiro, a tradicional festa da Procissão de Iemanjá foi, pelo segundo ano consecutivo, dificultada pelo prefeito direitista, Marcelo Crivella. Isso porque a prefeitura não emitiu o alvará liberando a realização do cortejo que, há anos, é feito a partir do Mercadão de Madureira, na Zona Norte, em direção à Copacabana, na Zona Sul da capital fluminense. Esse fato foi denunciado pelos organizadores do evento, que decidiram realizar somente um “circuito” no mercado, no dia 28 de dezembro.

Para um líder religioso, cheio de tesão pelo poder político, e submetido a várias denúncias de desvios de dinheiro público,demonstra a mesquinhez dos preceitos religiosos aos quais defende. E, pasmem!!!!! "este não foi o primeiro ataque do prefeito Crivella às manifestações culturais do povo negro. Desde o início de sua gestão, o prefeito, que é bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, vem procurando atacar monumentos da cultura afrodescendente na cidade do Rio de Janeiro, como no caso da interdição da Pedra do Sal, um dos maiores patrimônios da cultura africana na capital fluminense. A interdição, realizada em novembro de 2019, fez com que os eventos do Dia de Luta do Povo Negro e de Zumbi dos Palmares fossem cancelados", segundo o Jornal Causa Operária.

Lista o referido jornal que "a direita está fazendo de tudo para perseguir e destruir a cultura, especialmente as manifestações oriundas do povo negro. Bolsonaro e Crivella não apenas promovem ataques diretos à cultura, cortando verbas, como incentivam os ataques por parte de grupos fascistas. Para pôr fim a essa ofensiva, é preciso mobilizar a população para lutar pela derrubada destes governos que já sofrem com grande rejeição".

Assim, estarei sempre usando esse espaço para denunciar decomo se quer destruir parte significativa da nossa cultura, num verdadeiro atentado às nossas tradições,além de submeter o Candomblé, a Umbanda, à situações de humilhação e desprezo. 

domingo, 24 de novembro de 2019

Professor Pasquale: “Bolsonaro mergulhou Brasil na ignorância e mediocridade”

Pasquale Neto alfineta Bolsonaro e Ministro da Educação
Um dos mais renomados professores de Gramática da Língua Portuguesa, autor de vários livros didáticos, Pasquale Cipro Neto nunca foi afeito a tecer comentários sobre governos e suas ações. Defensor não só da Gramática Normativa, Pasquale tem sido um defensor da necessidade de investimentos maciços na educação.

Desta feita, o professor externa, através da Revista Fórum, detona o Ministro da Educação do Governo Bolsonaro como um "iletrado". Em Lisboa, onde proferiu palestra recentemente, ele diz que,  tanto o presidente quanto seu ministro provocam um “pandemônio” no país. “Fim do mundo. O sujeito toda vez que se manifesta revela que é um iletrado. E por aí vai. É só incentivo à brutalidade, à violência, ao assassinato, ao crime, à invasão, à grosseria”, acrescentou.

As restrições do professor também são direcionadas a Abraham Weintraub, ministro da Educação. “É uma usina que não tem freio, próximo ao descalabro. E com o incentivo que há hoje com a grosseria. O ministro da Educação é um iletrado. Iletrado. E fica por isso mesmo. Imagina se alguém de algum governo do PT tivesse dito uma, uma só, ou escrito, uma só, das pataquadas que esse indivíduo fala ou escreve. Imagine o que teria acontecido”, afirmou.

domingo, 10 de novembro de 2019

Carta ao nosso caríssimo presidente

JO SOARES
O humorista e escritor Jô Soares - Divulgação/TV Globo

Très cher président: “Quo usque tandem abutere patientia nostra?!” 

Frase que, em latim, vossa excelência, melhor latiador do que eu, conhece perfeitamente, foi dirigida em quatro cartas do senador e escritor romano Cícero ao Senado e ao povo em relação a Catilina, militar e senador que pretendia derrubar a República. Veja que ousadia! Isso antes do AI-5!

Mas o que me leva a esta monótona missiva é associar-me a vossa excelência no episódio do leão contra as hienas.

Realmente é um excesso de diversos predadores a atacar um leão solitário, tentando proteger-se e aos seus filhotes: são chacais supremos, racuns, capivaras e gambás, sem falar das folhas, cujo destino é inominável, e das eternas hienas globais. 

A calúnia não para! Agora, querem lhe responsabilizar pelo fato de sua ilibada residência localizar-se na mesma região onde, por uma coincidência estúpida, habitava também um certo Ronnie, de alva notoriedade (mas em outro lar doce lar, é claro!). Sem nenhuma ligação, um valhacouto de papalvos!

(Para os menos ilustrados: 1- Valhacouto: lugar seguro onde se encontra refúgio; abrigo, esconderijo; o que se usa para encobrir o aspecto de uma coisa, ou as intenções de alguém; disfarce, dissimulação; 2 - Papalvo: diz-se de indivíduo simplório, pateta ou tolo.)

Voltando ao tema principal: cheguei a pensar, quando vi o vídeo (por sinal, parabéns pela montagem), que talvez a figura de Mogli, o Menino Lobo, criado na selva, enfrentando múltiplos perigos, fosse mais adequado a vossa excelência. 

Meditei muito, passei a noite sem dormir, mas antes de apagar a luz estava começando um filme da Metro com aquele rugido característico: para mim, aquela mensagem foi decisiva. Pude finalmente dormir em paz: a sua definição é perfeita: vossa excelência é o leão. Vossa excelência é o rei dos animais!

Jô Soares
Humorista, escritor e influenciador analógico.
Fonte> UOL

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Essa do Capitão Bolsonaro é de mais


Querem que nossas crianças cantem o Hino Nacional. Até tudo bem. Agora, um militar,mesmo que reformado por má conduta, não saiba a letra do nosso Hino, aí dói. 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Negado recurso de Jair Bolsonaro contra condenação por danos morais a deputada Maria do Rosário

O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou provimento ao Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) 1098601 e manteve acórdão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) que condenou o presidente da República, Jair Bolsonaro, ao pagamento de indenização de R$ 10 mil por danos morais à deputada federal Maria do Rosário (PT-RS). A condenação ocorreu porque, em 2014, à época deputado federal pelo Estado do Rio de Janeiro, Bolsonaro declarou em entrevista que a parlamentar “não merecia ser estuprada” por ser “muito feia”.
O agravo foi interposto contra decisão do presidente do TJDFT que não admitiu a remessa do recurso extraordinário ao STF por questões processuais. No Supremo, Bolsonaro alegou que a condenação teria contrariado o princípio da imunidade parlamentar (artigo 53 da Constituição Federal), pois a entrevista foi concedida no interior do gabinete, por telefone, no exercício das atividades pertinentes ao mandato. Afirma, também, que teria apenas repetido opinião exposta em plenário, o que asseguraria a imunidade material.
Decisão
Em sua decisão, o ministro Marco Aurélio explicou que, na apreciação do recurso extraordinário, parte-se da análise dos fatos já “soberanamente” delineada pelo tribunal de origem. No caso dos autos, ele observou que as instâncias ordinárias concluíram que as ofensas proferidas não guardavam relação com a atividade parlamentar. O ministro citou trecho do acordão do TJDFT no qual se assenta que o então deputado quebra o nexo de causalidade com a atividade legislativa quando emite uma nota afirmando que: "Racionalmente é possível entender as palavras ditas à deputada Maria do Rosário como uma reação à ofensa inicialmente dirigida a mim. E só".
Segundo o ministro, o que a defesa busca é o reexame dos elementos de prova para, com fundamento em quadro diverso, assentar a viabilidade do recurso. Ele ressaltou que a Súmula 279 do STF estabelece que não cabe recurso extraordinário para simples reexame de fatos e provas e que, no ARE 945271, o Supremo já concluiu pela inexistência de repercussão geral do tema relativo à indenização por dano moral decorrente de responsabilidade civil extracontratual.
Crédito: Supremo Tribunal Federal

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Bolsonaro passa a tesoura em membros da Educação

A presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Maria Inês Fini, foi exonerada do cargo hoje (14). O novo presidente será Marcus Vinicius Rodrigues, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV). Também foram exonerados diretores e secretários do Ministério da Educação (MEC) e autarquias.

O governo já havia anunciado que Maria Inês não permaneceria no cargo. O seu nome chegou a ser ventilado para chefiar o Ministério da Educação (MEC). Mas questões da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018, que é de responsabilidade do Inep, desagradaram o presidente Jair Bolsonaro, que defendeu que o exame deve cobrar “conhecimentos úteis”.

O economista Murilo Resende Ferreira, ex-integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) de Goiás, será o responsável pelo Enem.

Além de Maria Inês, foram exoneradas também do Inep nesta segunda-feira (14) a diretora de Estudos Educacionais, Alvana Maria Bof; a diretora de Gestão e Planejamento, Eunice Oliveira; e a diretora de Avaliação da Educação Básica, Luana Bergmann.

Foram exonerados ainda secretários e diretores do MEC, diretores do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e o presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Abilio Afonso Baeta Neves.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Bolsonaro e educação: erros do presidente eleito sobre analfabetos, Pisa e investimentos

O título é do Blog Lupa, da Agência UOL de Notícias. T´titulo que deve nos preocupar a todos, vez que podemos viver momentos delicados no tocante à Educação.
É ponto pacífico que nenhum país pode se tornar Nação sem que faça investimentos maciços na Educação. Através dela, muitos países tornaram-se soberanos, já que seu povo pode construir conhecimentos suficientes para em poucas décadas conseguisse desenvolver-se plenamente.
Esperamos que ocorra uma verdadeira revolução em setor tão estratégico para se posicionar como soberano.
Mais vamos ao que interessa: alguns erros cometidos pelo nosso presidente Bolsonaro. 

"O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), falou poucas vezes sobre a educação brasileira durante sua campanha e depois de ser eleito, mesmo tendo afirmado que essa será uma prioridade de seu governo. Um dos assuntos relacionados ao tema que mais teve espaço em seus discursos foi o projeto Escola sem Partido, retirado da pauta da Câmara no último mês, depois de ter gerado polêmica na Comissão Especial que era deveria proferir um parecer sobre o projeto.  
Assim como fez com o Mercosul e com a questão indígena, a Lupareuniu algumas frases recentes ditas pelo futuro presidente sobre educação e analisou o grau de veracidade delas. Veja a seguir o resultado:
“Há estudos que apontam que quase 40% dos estudantes no ensino superior são analfabetos funcionais”
Jair Bolsonaro, presidente eleito do Brasil, em sua conta no Twitter nos dias 13 de agosto e 10 20 de outubro de 2018

FALSO
O Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (Inaf) mostra que apenas 4% dos estudantes que cursavam o ensino superior em 2018 foram considerados analfabetos funcionais – e não 40%, como afirmou Jair Bolsonaro. O número que se aproxima do mencionado seria o de 2012. Naquele ano, o Inaf apontou que 38% dos alunos do ensino superior não sabiam ler e escrever plenamente. Mas, de lá para cá, um novo estudo foi publicado, e a metodologia do levantamento foi modificada.
Atualmente, 96% dos alunos no ensino superior são considerados funcionalmente alfabetizados. Entre eles, 34% atingem o nível proficiente – considerado o patamar mais alto na avaliação feita -, enquanto 25% estão no nível elementar e 37%, no intermediário. Os dados do Inaf foram coletados de fevereiro a abril de 2018, em uma parceria entre o Instituto Paulo Montenegro e a ONG Ação Educativa.
Procurado, Bolsonaro não respondeu.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

FUTURO MINISTRO DA EDUCAÇÃO DIZ QUE BOLSONARO PODE CENSURAR O ENEM

O chileno Vélez - próximo Ministro da Educação também é ligado à rede privada de ensino
O futuro ministro da Educação, o chileno Ricardo Vélez Rodríguez, afirmou nesta segunda (26), em Londrina (PR), que permitirá ao futuro presidente que conheça as provas do Enem previamente e as censure. "Se o presidente se interessar, ninguém vai impedir. Ótimo que o presidente se interesse pela qualidade das nossas provas", disse. Se a decisão for efetivada, além de submeter a prova à censura de Bolsonaro, o futuro ministro, na prática, irá acabar com o sigilo do Enem, abrindo a possibilidade a todo tipo de fraudes.

Vélez falou aos jornalistas em referência ao ataque de Bolsonaro ao Enem, em 10 de novembro, quando o presidente eleito disse que "vai tomar conhecimento da prova antes" da realização do Enem pelos estudantes, o que confronta critérios técnicos e de segurança do exame (leia aqui). A polêmica surgiu com uma questão da prova que tratava do "dialeto secreto" utilizado por gays e travestis.
A declaração de Vélez, ocorreu em um encontro oferecido pela direção da Faculdade Positivo, onde leciona, em que foi homenageado por colegas professores.
O futuro ministro Vélez também afirmou que a reforma do ensino médio iniciada depois do golpe de 2016 ficou incompleta e que o nome do Ministério da Educação deve sofrer mudanças —embora a reformulação completa da pasta, que deve abrigar outras como a da Cultura, ainda não esteja clara.
Ele sinalizou que o Ensino Médio será voltado para adestramento de mão de obra: "Em princípio [reforma do ensino médio], foi bem encaminhada mas ficou incompleta. O aluno tem que sair do segundo grau pronto para o mercado de trabalho. Nem todo mundo quer fazer uma universidade. É bobagem pensar na democratização da universidade, nem todo mundo gosta".
“O segundo grau teria como finalidade mostrar ao aluno que ele pode colocar em prática os conhecimentos e ganhar dinheiro com isso. Como os youtubers, ganham dinheiro sem enfrentar uma universidade”, disse Vélez -o Brasil terá um ministro da Educação que considera a educação menos relevante. 
Vélez fez eco Bolsonaro e ao futuro chanceler, Ernesto Araújo, em seus seguidos ataques ao "marxismo": “Não podemos ficar reféns de uma doutrinação de cunho marxista que terminou prevalecendo em muitas universidades. Precisamos abrir a mente e o espírito para a compreensão de outras formas de ensino e educação”. 
Crédito da matéria - Brasil 247

domingo, 17 de janeiro de 2016

Oposição ao PT mostra despreparo ao falar sobre educação

Vale a pena conferir o vídeo da revista Nova Escola desmentindo o Deputado Bolsonaro. Raivoso com o governo petista, o deputado homofóbico e retrógrado, confere uma série de mentiras contra o governo.


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Por que é imperativo temas que combatam a violência contra mulheres?

Demônios travestidos: Bolsonaro, Malacheia e Feliciano 
Quando ouvimos determinados argumentos contrários ao tema do ENEM 2015, fica-se arrepiado só em pensar que existam pessoas, em pleno "Século da Comunicação" que critiquem o governo por conta de tema tão atual e preocupante.

Matéria do Jornal Opção nos dá uma panorâmica do que é ter homens públicos (políticos e religiosos ou políticosreligiosos que bradem no saentido da submissão da mulher.

Bolsonaro, Malafaia e Feliciano: o trio que justifica que se discuta violência contra a mulher

Confira a matéria completa Aqui

Confira nota do MEC sobre o Tema REDAÇÃO ENEM 2015


quarta-feira, 4 de março de 2015

Bolsonaro diz em documentário inglês que brasileiros não gostam de gays

Bolsonaro critica gays em documentário inglês.
Deputado Bolsonaro

O comediante Stephen Fry se chocou com as opiniões do deputado federal Jair Bolsonaro sobre a causa gay no Brasil. O inglês, responsável pela produção do documentário “Out there”, sobre o avanço da homofobia no mundo, atualmente em exibição na BBC, no Reino Unido, entrevistou o político para o filme e descreveu o momento como ‘um dos mais estranhos e sinistros encontros que já teve na vida’.

Em um teaser do documentário, divulgado na internet, o deputado afirma: “Nenhum pai tem orgulho de ter um filho gay” e “Nós, brasileiros, não gostamos dos homossexuais”. Ele atribui ainda as agressões aos homoafetivos no Brasil ao uso de drogas e à prostituição. O político destaca que também está pensando em organizar uma passeata do orgulho hétero, mas que não convidaria seu entrevistador.

Fry, que é gay assumido, chegou a tentar o suicídio durante as filmagens. Sobre o encontro com o político, ele comentou: “Bolsonaro é o típico homofóbico, que eu encontrei pelo mundo, com seu mantra de que os gays querem dominar a sociedade, recrutar crianças ou abusar delas. Mesmo num país progressistas como o Brasil, suas mentiras criam histeria entre os ignorantes, dos quais violência pode surgir”.

No documentário, Fry mostra como os crimes de homofobia estão se expandindo em todo o planeta. O Brasil é apontado ao lado de Uganda e Rússia como um dos países nos quais políticos e líderes religiosos mais perseguem os homossexuais. Para ilustrar o fato, a equipe de produção do filme veio até o Rio de Janeiro para gravar uma entrevista com Jair Bolsonaro, que mais uma vez causou polêmica com suas opiniões sobre os homossexuais.

O inglês aproveitou a vinda ao país para conversar também com Angélica Ivo, mãe de Alexadre Ivo, de 14 anos, que foi assassinado em 2010, por skinheads, em São Gonçalo. Para ela, o comportamento do filho, levou ao ataque que o levou à morte.
O documentário “Out There” ainda não tem data de divulgação no Brasil.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Conselho de Ética instaura processo contra Bolsonaro na terça

São Paulo  – O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara marcou para terça-feira (16) reunião para instaurar o processo contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). Durante a reunião, será definido o relator, a  partir de uma lista tríplice, da representação solicitada por PT, PCdoB, PSB e Psol contra o deputado, por quebra de decoro parlamentar. Na última quarta-feira (10), Bolsonaro afirmou, da tribuna do Plenário da Câmara, que não estupraria a deputada Maria do Rosário (PT-RS), ex-ministra da Secretaria de Direitos Humanos, porque ela "não merecia".

A reação foi imediata. Os partidos pedem a cassação do atual mandato do parlamentar. Na internet, uma petição com mais de 130 mil assinaturas defende a perda do mandato de Bolsonaro, reeleito em outubro deste ano para o sétimo mandato.

O deputado negou que tenha feito apologia ao crime de estupro. Segundo Bolsonaro, a declaração fez referência a uma situação vivida em 2003. “Fui convidado para uma entrevista, porque tenho proposta de redução da maioridade penal. E ela (Maria do Rosário) interrompeu e começou a me ofender. Em dado momento, ela me chamou de estuprador e eu dei o troco nela. 'Não sou estuprador. Se fosse, não estupraria você, porque você não merece'. A confusão se instalou”, relembrou.

Na quinta passada (11), a ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli Salvatti, entregou pedido de representação contra Bolsonaro à vice-procuradora da República, Ela Wiecko.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Deputado cretino ataca mais uma vez

Até quando vamos permitir que psicopatas cretinos continuem atacando as pessoas sem que se tome uma providência? Travestido de deputado "defensor da moral e dos bons costumes", saudoso dos tempos das casernas, que tirou a liberdade das pessoas, Bolsonaro, o rato, usa da imunidade que deveria ser para a defesa de grandes ideias e debates, para achincalhar pessoas de bem, ir de encontro aos interesses das individualidades.

Talvez, esse ódio insano que é a tônica do deputado deva-se a algum trauma ou problema mal resolvido. Ódio que coloca o Brasil em situação de vergonha diante de países que lutam pela igualdade de qualquer pensamento.

Vale a pena conferir a opinião do jornalista Leandro Fortes, no Diário do Centro do Mundo:
Até quando o Congresso Nacional vai aturar o escárnio de Jair Bolsonaro?