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domingo, 14 de dezembro de 2025

É hoje, 20 de dezembro, Kabral, Bibi Maior e Raio Musical em grande momento no Vivenda Bar e Bistrô


 

Mais um grande evento no melhor "point" da cidade - Vivenda Bar e Bistrô. No próximo sábado, 20 de dezembro, Kabral e Bibi Maior anima a noite em grande show com a companhia de Raio Musical. Será uma noite inesquecível.

Pablo, Neto Produções e Lukas assinam a organização do evento.

Não perca.






quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

O Silêncio que Cheira a Culpa: Até Quando, Prefeito Joãozinho Félix?




Já virou padrão: cria-se um culpado descartável, enquanto o verdadeiro mandante observa de longe, apostando no esquecimento 

A prisão dos garis flagrados despejando lixo em um aterro interditado escancarou a desigualdade brutal entre quem manda e quem obedece em Campo Maior. Homens simples, apenas cumprindo ordens, foram algemados e expostos como criminosos, enquanto o grande articulador da prática ilegal permanece protegido atrás do silêncio conveniente. Após a audiência de custódia, foram soltos — como era óbvio. E a pergunta que a cidade faz é a mesma que domina as redes sociais, onde internautas se manifestam aos montes contra o covarde silêncio, ou como muitos dizem, o silêncio covarde de Joãozinho Félix.

Esse silêncio não é prudência: é fuga. Cada dia sem explicação reforça a suspeita de que a prática criminosa não foi erro isolado, mas resultado direto de ordens vindas de dentro da própria gestão. Quando surge escândalo, o prefeito some. Quando a verdade ameaça aparecer, empurra-se a sujeira para debaixo do tapete. Já virou padrão: cria-se um culpado descartável, enquanto o verdadeiro mandante observa de longe, apostando no esquecimento — como já ocorreu em tantos outros casos que começam no gabinete e terminam sem punição.

Campo Maior exige respostas. Os garis merecem respeito. E a população não tolera mais o gestor que trata responsabilidade como ameaça e ética como detalhe dispensável. O silêncio de Joãozinho Félix não apenas cheira à culpa — ele grita para toda a cidade. E agora, com a pressão crescente das ruas e das redes sociais, fica cada vez mais difícil fingir que o prefeito não sabe de nada. O crime ambiental tem dono, e o povo já sabe quem é.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Garis Presos e Caçamba Apreendida: Enquanto Servidores Viram Réus, Joãozinho Félix Finge Que Não É com Ele!

Prefeito não está nem aí
Foto: Arquivo Redes Sociais

Três trabalhadores ligados à Prefeitura de Campo Maior — um motorista e dois garis — foram presos em flagrante após despejarem lixo no antigo aterro sanitário, interditado pelo Ministério Público. A caçamba apreendida presta serviços para a própria gestão municipal, e o Promotor de Justiça, Maurício Gomes, confirmou: a ordem para o despejo irregular partiu da Prefeitura.

O crime ambiental, previsto no Art. 54 da Lei de Crimes Ambientais, agora recai sobre homens simples, pais de família, obrigados a cumprir ordens superiores. Eles serão apresentados em audiência de custódia, enquanto a Polícia Civil já autuou todos os envolvidos.

O promotor revelou que denúncias antigas apontavam que carros da Prefeitura continuavam usando o aterro proibido, ignorando completamente a interdição. Mesmo assim, a gestão Joãozinho Félix nada fez para corrigir a prática.

A postura do prefeito? Silêncio absoluto. Nenhuma assistência aos servidores, nenhuma defesa pública, nenhum gesto de responsabilidade. Trabalhadores são expostos, criminalizados, enquanto quem mandou permanece protegido no gabinete.

Mais uma vez, a gestão transforma funcionários humildes em escudo humano para acobertar seus próprios erros. Campo Maior exige respostas — e um prefeito que não abandone seus servidores à própria sorte.

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Prefeitura recebe milhões e vira ponto de encontro da família inteira — só faltou o cachorro receber cargo!!!!

 

Foto: Redes Sociais da Prefeitura de Campo Maior

Apesar do discurso insistente do prefeito sobre a suposta falta de recursos, o relatório oficial de transferências mostra uma realidade bem diferente. Entre 2021 e julho de 2025, Campo Maior recebeu mais de R$ 354 milhões somando Assistência Social, Educação e Saúde, sem contar com outras áreas e a arrecadação própria.

Só na Educação, foram mais de R$ 149 milhões, enquanto a Saúde ultrapassou R$ 192 milhões, evidenciando que dinheiro não faltou. Mesmo assim, o prefeito insiste na choradeira, repetindo que “não há recursos” e culpando outras esferas governamentais. O discurso cai por terra quando confrontado com as cifras milionárias que abastecem mensalmente os cofres públicos. 

Para piorar, enquanto dramatiza para a população, a prefeitura mantém uma farra de parentes ocupando cargos estratégicos, justamente nas áreas de fiscalização, controle e gestão financeira, onde deveriam estar profissionais técnicos e independentes.

Essa prática levanta suspeitas sobre prioridades e transparência, pois transforma setores essenciais em redutos familiares, enfraquecendo a credibilidade da administração. Assim, a população assiste à combinação explosiva: repasses robustos, serviços públicos precários e um gestor que prefere reclamar a explicar onde o dinheiro realmente foi parar. No fim, o relatório deixa claro: recursos existiram — o que falta é gestão, responsabilidade e respeito ao erário.

domingo, 7 de dezembro de 2025

O Maior Golpe da História: Joãozinho Félix Engana o Povo das Casas Outra Vez!

Prefeito cria fake sobre construção de casas



Na eleição de 2020, Joãozinho Félix prometeu o impossível: garantir 2.000 casas com recursos que, na prática, jamais estavam assegurados. A promessa, que deveria ter sido alvo de uma ação mais enérgica do Ministério Público Eleitoral, já revelava sinais claros de propaganda irregular e enganação deliberada. Ainda assim, o então candidato seguiu adiante, amparado por um discurso sedutor e pela confiança de uma população que acreditou na palavra do futuro gestor.

Já no exercício do mandato — e impulsionado pela eleição do próprio filho como deputado estadual — o prefeito levou a farsa a outro patamar. Criou um suposto “cadastro municipal” para moradias, com direito a uso intenso de todas as mídias possíveis: rádios, jornais, televisão e redes sociais pessoais, inclusive aquelas impulsionadas por aliados pagos para promover sua imagem. A manobra, recheada de propaganda, alimentou novamente o sonho da casa própria, mas terminou em frustração e revolta. Nada saiu do papel.

Agora, com o governo federal liberando imediatamente a construção de 250 casas por meio da Caixa Econômica, a verdade finalmente aparece. Os recursos não eram do município, não eram fruto de articulação do prefeito — e muito menos promessa cumprida de Joãozinho Félix. Mesmo assim, ele tenta pegar carona na conquista federal, como se a política habitacional fosse mais uma de suas realizações. Trata-se de mais um capítulo no longo histórico de manipulações do gestor.

É preciso destacar ainda o alinhamento bolsonarista do prefeito, cuja prática política replica o velho padrão de bravatas, fake news e anúncios grandiosos sem lastro na realidade. A população merece respeito, transparência e seriedade — e não sucessivas ilusões criadas para fins eleitorais. O episódio das casas escancara um método: prometer, enganar e culpar outros quando a verdade aparece. Resta ao povo não esquecer e cobrar responsabilidade de quem transformou esperança em propaganda vazia.




 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

STJ DETONA prefeitos que usam redes pessoais para se promover!

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reforçou um entendimento que tem impacto direto na comunicação das prefeituras: usar perfis pessoais para divulgar programas, obras ou serviços públicos pode configurar promoção pessoal ilícita. A decisão se apoia no Artigo 37 da Constituição Federal, que determina que a publicidade institucional deve ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, sendo vedada qualquer forma de autopromoção.

O tribunal alerta que a prática pode resultar em ações de Improbidade Administrativa, especialmente quando servidores, equipes de comunicação ou recursos públicos são utilizados para alimentar contas privadas. O caso do ex-prefeito João Doria (SP) é um exemplo citado para ilustrar os riscos desse tipo de conduta.

Diante disso, o Ministério Público tem expedido recomendações preventivas, orientando prefeitos e gestores a utilizarem apenas canais oficiais da administração municipal para divulgar ações governamentais. Para os órgãos de controle, essa separação é fundamental para garantir transparência, moralidade e respeito ao princípio da impessoalidade.

A medida busca impedir que ações públicas sejam transformadas em ferramenta de promoção política, preservando o interesse coletivo e evitando vantagens indevidas. A discussão reacende o debate sobre os limites entre comunicação institucional e pessoal. Qual sua opinião sobre essa proibição?


Fonte: STJ

O GOLPE DO ANO: Welington Sena Promove Corrida Secreta para Tomar o Controle de Campo Maior

Wellington Sena: práticas golpistas
Foto: Câmara Municipal de Campo Maior

A Câmara Municipal de Campo Maior insiste em trilhar um caminho que afronta a lógica democrática e ignora decisões cristalinas dos tribunais superiores. A tentativa de realizar duas eleições internas no mesmo ano não é um “procedimento regimental”; é uma manobra evidente para concentrar poder e manipular o calendário em benefício de poucos. E, diante do cenário estadual, o alerta fica ainda mais grave.

Há poucos dias, o ministro Kássio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, anulou a eleição antecipada da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Jatobá do Piauí, que havia escolhido, de forma irregular, sua direção para 2027–2028. A decisão atendeu à representação do Ministério Público Eleitoral, ao apontar que a votação antecipada feriu entendimento já pacificado pelo próprio STF. Segundo o ministro, eleições “antecipadas demais” desequilibram o jogo democrático e buscam amarrar o futuro, impedindo que novos parlamentares exerçam livremente sua vontade.

Mesmo assim, em Campo Maior, parece que a lição ainda não foi aprendida. Wellington Sena, repetindo a prática do pai — também adepto de antecipar eleição — corre para garantir sua própria reeleição num clima de urgência que levanta sérias suspeitas. Pressão contra o prefeito? Ensaios para candidatura majoritária? Tentativa de fechar acordos antes que a maré vire? Qualquer hipótese revela mais sobre ambição do que sobre compromisso público.

A pergunta que ecoa é simples: até onde vai essa pressa? E mais: desde quando regimento interno está acima da legislação federal e das decisões do STF? A democracia não pode ser usada como escada de projeto pessoal, nem transformada em arranjo de compadrio. O povo de Campo Maior merece transparência — e não truques de bastidores feitos às pressas para garantir poder a qualquer custo.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Até quando a Curva dos Canudos será a “Curva da Morte”?

Mais uma vítima da "curva da morte"

Até quando a Curva dos Canudos, na PI-114, continuará sendo conhecida como a “Curva da Morte”? A cada semana, novos registros de acidentes reforçam um cenário que já ultrapassou o limite da casualidade: caminhões tombam, ônibus clandestinos viram, carros derrapam, motociclistas perdem o controle. Famílias inteiras se desfazem em um trecho que deveria ligar cidades, mas tem se tornado ponte para tragédias anunciadas.

Nos últimos meses, manchetes se repetem como um eco de descaso: caminhão com frangos tomba, jovem morre ao visitar a família no Natal, ônibus clandestino capota, motorista fica preso nas ferragens, cinco pessoas envolvidas, três em estado grave. São vidas ceifadas, histórias interrompidas e estatísticas que crescem diante da indiferença do poder público.

É impossível naturalizar o inaceitável. É urgente questionar: quantas vidas ainda serão necessárias para que medidas concretas sejam tomadas? O trecho exige, há anos, intervenção séria — seja por readequação do traçado, instalação de defensas, reforço da sinalização, redutores de velocidade ou fiscalização permanente. O que não se pode mais fazer é deixar o tempo decidir o destino dos que passam por ali.

A sociedade clama, as famílias choram e o asfalto testemunha um histórico que não pode continuar. A Curva dos Canudos não pode ser lembrada como sinônimo de morte. É hora de transformar luto em ação, dor em responsabilidade e descaso em solução.

Que o poder público, enfim, trate desse assunto com a urgência que ele exige — antes que novas manchetes repitam o que já sabemos de cor: mais um acidente na PI-114. Mais uma vida perdida. Mais uma tragédia que poderia ter sido evitada.