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Você Sabe Que As Contas de 2022, 2023 e 2024 Da Gestão João Féliz Foram Reprovadas Pelo TCE?

Arquivo Redes Sociais A reprovação da prestação de contas dos anos de 2022, 2023 e 2024 da administração João Félix de Andrade Filho não é ...

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

O Réveillon mais esperado de Campo Maior é HOJE!!!!



Prepare-se para virar o ano com muita música, energia e gente bonita.

Swing Diferente e Raio Musical comandam a festa do começo ao fim.
O palco é a Vivenda Bar & Bistrô, com vibe única e clima de celebração.
Chegue cedo, chame a galera e comece 2026 do jeito certo: em grande estilo!


segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Contratação polêmica: Cultura do Piauí chama cantora acusada de apagar orixás e gera revolta



A contratação da cantora Cláudia Leitte pela Secretaria de Cultura do Piauí gerou forte reação dos povos de terreiro e de entidades ligadas às religiões de matriz africana. Em nota de repúdio, lideranças religiosas e movimentos culturais afirmam que a escolha da artista desrespeita princípios de diversidade e inclusão que devem orientar as políticas públicas de cultura.

A polêmica se intensificou após a cantora passar a alterar, em apresentações recentes, trechos de músicas que faziam referência a orixás, substituindo-os por expressões de cunho cristão. Para os povos de terreiro, a mudança não é apenas artística, mas um gesto simbólico que evidencia preconceito religioso e contribui para o apagamento das tradições afro-brasileiras.

Na avaliação dos signatários da nota, o Estado, por ser laico, não pode chancelar práticas que reforcem a intolerância religiosa. Eles ressaltam que comunidades de matriz africana historicamente sofrem discriminação e que decisões institucionais como essa ampliam a sensação de invisibilidade e desrespeito.

Ao final, os povos de terreiro cobram um posicionamento público da Secretaria de Cultura do Piauí e a revisão dos critérios de contratação com recursos públicos. O episódio reacende o debate sobre racismo religioso e o papel do poder público na promoção do respeito à diversidade cultural e religiosa.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Campo Maior Amordaçada: Prefeitura Compra o Silêncio da Imprensa e Cala a Voz do Povo

Professor Jorge Câmara
É sempre mais cômodo criticar quem está distante, figuras nacionais que jamais tomarão conhecimento das postagens ou que não se abalam com ataques virtuais e palavras de baixo nível. Mais fácil ainda é replicar, de forma espalhafatosa, denúncias vindas de vereadores de outras cidades, sem o mínimo cuidado de ouvir o contraditório ou checar os fatos. Essa prática pode até gerar engajamento, mas não cumpre o papel social do jornalismo.

Quando situações injustas se perpetuam, quando os problemas se acumulam e a cidade parece andar em círculos, a imprensa não pode se eximir de sua responsabilidade. O silêncio diante do que acontece no próprio quintal é uma forma de conivência. A crítica seletiva, que mira longe e poupa os poderosos locais, enfraquece a democracia e trai a confiança da população.

Em Campo Maior, esse silêncio tem preço. Contratos caros firmados pela prefeitura criam uma espécie de mordaça institucional, onde questionar vira risco e informar se torna inconveniente. Por força desses acordos, o essencial deixa de ser cobrado, e a imprensa, que deveria fiscalizar, passa a ornamentar a gestão.

Enquanto isso, o povo sente na pele a ausência de políticas públicas efetivas. As pessoas precisam de comida, de saúde, de dignidade, mas recebem apenas “doce”, gestos simbólicos e ações paliativas. Cabe à imprensa romper esse silêncio imposto, defender os interesses da população e lembrar, todos os dias, que jornalismo não é favor: é compromisso público.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

Ser Cristão - Missão Impossível?

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Que bom seria se todas as pessoas fossem, de fato, iguais em dignidade. Se nascer não fosse um sorteio cruel e todos tivessem as mesmas oportunidades desde o primeiro suspiro. Que nossas crianças recebessem cuidado, afeto e atenção, crescessem em ambientes saudáveis, com alimentação digna, um teto seguro e educação de qualidade. Que fossem protegidas e respeitadas em seus direitos mais básicos, sem exceções nem privilégios.

Que bom seria se nossos jovens encontrassem caminhos seguros. Se vivessem em espaços onde a violência não fosse regra e a esperança não fosse exceção. Que fossem incentivados ao esporte, à cultura, ao lazer, à solidariedade e à fé, não como discursos vazios, mas como políticas e práticas reais. Que tivessem sonhos possíveis e futuro palpável.

Que bom seria se aqueles que escolhem construir famílias tivessem seus direitos de pensamento, opinião e escolha respeitados. Se encontrassem estabilidade, emprego digno, salário justo e condições de poupar, planejar e construir patrimônio. Que o esforço diário não fosse consumido apenas pela sobrevivência, mas também pela possibilidade de viver com dignidade.

Que bom seria se, após tudo isso, todos chegassem ao outono da vida amparados. Com descanso merecido, aconchego da família, respeito dos mais jovens e assistência efetiva do poder público. Que pudessem, ao final do caminho, fechar os olhos em paz. E, diante de tantas ausências, ainda nos autoproclamamos cristãos.

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Prefeitura gasta demais, TCE reprova e ninguém responde

As contas da Prefeitura de Campo Maior voltaram a ser reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado do Piauí, e os documentos oficiais não deixam dúvidas: o prefeito João Félix insiste em desrespeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal. Gastos excessivos com pessoal, falhas na previdência e descontrole das finanças aparecem repetidamente nos pareceres do TCE-PI dos anos de 2022 e 2023.

O mais grave é que não se trata de erro isolado. Mesmo após alertas e reprovação mantida, a gestão segue pelo mesmo caminho, ignorando limites legais criados para proteger o dinheiro do povo. A Lei de Responsabilidade Fiscal existe para evitar exatamente esse tipo de abuso e garantir que os recursos públicos sejam usados com equilíbrio.

Diante de fatos tão claros, causa revolta o silêncio do Ministério Público. Por que nenhuma ação firme contra um gestor que descumpre a lei de forma reiterada e comprovada? Os relatórios do TCE-PI estão aí, públicos, acessíveis e técnicos. Fingir que não existem é fechar os olhos para a realidade.

Campo Maior não pode aceitar esse desmando como algo normal. Quando a lei é desrespeitada e as instituições se calam, quem sofre é a população. O povo paga a conta do descontrole, enquanto a impunidade segue fazendo escola.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Já encomendou a sua Ceia de Natal?

 


Nada como cuidar só da beleza no Natal. Receber a família e descansar!!!

Encomende a sua Ceia de Natal por quem entende da arte dos sabores.




sábado, 20 de dezembro de 2025

Por que em Altos há Prazo e em Campo Maior há Silêncio? Dois Pesos, Duas Medidas do Ministério Público?

Prefeito de Campo Maior não realiza concurso público para manter o Nepotismo
Imagem redes sociais


A cada nova denúncia ou reclamação popular em Campo Maior, cresce a sensação de que o prefeito João Félix recebe um tratamento diferenciado por parte dos órgãos de controle. As exigências que lhe são direcionadas parecem sempre brandas, sem prazos definidos e marcadas por uma morosidade que contrasta com o rigor aplicado a outros gestores. Essa postura levanta um questionamento inevitável: por que o chefe do Executivo municipal não é cobrado com a mesma firmeza e urgência?

Somam-se a isso práticas que afrontam os princípios da moralidade e da impessoalidade na administração pública. O nepotismo na prefeitura é notório, com cargos estratégicos concentrados nas mãos de parentes diretos do prefeito. São essas mesmas funções que autorizam compras, conduzem licitações, atestam recebimentos e liberam pagamentos, formando uma estrutura fechada, pouco transparente e extremamente preocupante.

Enquanto isso, o número de contratados cresce a cada dia, sem que a população receba explicações claras sobre critérios, necessidade ou impacto financeiro dessas contratações. A ausência de transparência alimenta desconfianças e reforça a percepção de descontrole administrativo, agravada pela falta de respostas rápidas às demandas da sociedade.

Mais alarmante ainda é o silêncio que envolve todo esse cenário. O Sindicato dos Servidores Municipais, que deveria se posicionar diante dessas irregularidades, mantém uma postura inexplicável de omissão. Diante desse quadro, Campo Maior precisa exigir igualdade na fiscalização, respeito ao dinheiro público e compromisso real com a legalidade. A democracia não combina com privilégios nem com dois pesos e duas medidas.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Crueldade Administrativa: Prefeito de Campo Maior Desconta Salário de Garis Mesmo em Licença Médica

A gari - obra de  Edgar Duduvier

    A Prefeitura de Campo Maior, por meio da superintendência responsável pela limpeza pública, vem adotando práticas que afrontam a dignidade e os direitos de seus trabalhadores. A chamada “bolsa social” é, na prática, um dos maiores ataques já cometidos contra garis com até vinte anos de serviço, pois nega qualquer direito trabalhista, desrespeitando frontalmente a legislação. Trata-se de uma precarização institucionalizada, que transforma trabalho contínuo em favor, como se direitos fossem concessões.

    Somado a isso, o ambiente de trabalho é marcado pelo assédio promovido por chefetes do setor, cujas atitudes lembram tristemente a lógica dos capitães-do-mato. São relatos constantes de humilhações, pressões e violência psicológica diária contra trabalhadores já exaustos e vulneráveis. A prefeitura fecha os olhos para um quadro de assédio moral sistemático, permitindo que o medo substitua o respeito.

    Para completar o cenário de desumanidade, trabalhadores que se afastam por motivo de doença, mesmo munidos de atestado médico, sofrem descontos de R$ 518,00 em seus salários. A prática é criminosa, fere direitos básicos e expõe a face mais cruel da gestão do senhor João Félix. Punir quem adoece não é gestão: é exploração sem limites.


domingo, 14 de dezembro de 2025

É hoje, 20 de dezembro, Kabral, Bibi Maior e Raio Musical em grande momento no Vivenda Bar e Bistrô


 

Mais um grande evento no melhor "point" da cidade - Vivenda Bar e Bistrô. No próximo sábado, 20 de dezembro, Kabral e Bibi Maior anima a noite em grande show com a companhia de Raio Musical. Será uma noite inesquecível.

Pablo, Neto Produções e Lukas assinam a organização do evento.

Não perca.






quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

O Silêncio que Cheira a Culpa: Até Quando, Prefeito Joãozinho Félix?




Já virou padrão: cria-se um culpado descartável, enquanto o verdadeiro mandante observa de longe, apostando no esquecimento 

A prisão dos garis flagrados despejando lixo em um aterro interditado escancarou a desigualdade brutal entre quem manda e quem obedece em Campo Maior. Homens simples, apenas cumprindo ordens, foram algemados e expostos como criminosos, enquanto o grande articulador da prática ilegal permanece protegido atrás do silêncio conveniente. Após a audiência de custódia, foram soltos — como era óbvio. E a pergunta que a cidade faz é a mesma que domina as redes sociais, onde internautas se manifestam aos montes contra o covarde silêncio, ou como muitos dizem, o silêncio covarde de Joãozinho Félix.

Esse silêncio não é prudência: é fuga. Cada dia sem explicação reforça a suspeita de que a prática criminosa não foi erro isolado, mas resultado direto de ordens vindas de dentro da própria gestão. Quando surge escândalo, o prefeito some. Quando a verdade ameaça aparecer, empurra-se a sujeira para debaixo do tapete. Já virou padrão: cria-se um culpado descartável, enquanto o verdadeiro mandante observa de longe, apostando no esquecimento — como já ocorreu em tantos outros casos que começam no gabinete e terminam sem punição.

Campo Maior exige respostas. Os garis merecem respeito. E a população não tolera mais o gestor que trata responsabilidade como ameaça e ética como detalhe dispensável. O silêncio de Joãozinho Félix não apenas cheira à culpa — ele grita para toda a cidade. E agora, com a pressão crescente das ruas e das redes sociais, fica cada vez mais difícil fingir que o prefeito não sabe de nada. O crime ambiental tem dono, e o povo já sabe quem é.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Garis Presos e Caçamba Apreendida: Enquanto Servidores Viram Réus, Joãozinho Félix Finge Que Não É com Ele!

Prefeito não está nem aí
Foto: Arquivo Redes Sociais

Três trabalhadores ligados à Prefeitura de Campo Maior — um motorista e dois garis — foram presos em flagrante após despejarem lixo no antigo aterro sanitário, interditado pelo Ministério Público. A caçamba apreendida presta serviços para a própria gestão municipal, e o Promotor de Justiça, Maurício Gomes, confirmou: a ordem para o despejo irregular partiu da Prefeitura.

O crime ambiental, previsto no Art. 54 da Lei de Crimes Ambientais, agora recai sobre homens simples, pais de família, obrigados a cumprir ordens superiores. Eles serão apresentados em audiência de custódia, enquanto a Polícia Civil já autuou todos os envolvidos.

O promotor revelou que denúncias antigas apontavam que carros da Prefeitura continuavam usando o aterro proibido, ignorando completamente a interdição. Mesmo assim, a gestão Joãozinho Félix nada fez para corrigir a prática.

A postura do prefeito? Silêncio absoluto. Nenhuma assistência aos servidores, nenhuma defesa pública, nenhum gesto de responsabilidade. Trabalhadores são expostos, criminalizados, enquanto quem mandou permanece protegido no gabinete.

Mais uma vez, a gestão transforma funcionários humildes em escudo humano para acobertar seus próprios erros. Campo Maior exige respostas — e um prefeito que não abandone seus servidores à própria sorte.

terça-feira, 9 de dezembro de 2025

Prefeitura recebe milhões e vira ponto de encontro da família inteira — só faltou o cachorro receber cargo!!!!

 

Foto: Redes Sociais da Prefeitura de Campo Maior

Apesar do discurso insistente do prefeito sobre a suposta falta de recursos, o relatório oficial de transferências mostra uma realidade bem diferente. Entre 2021 e julho de 2025, Campo Maior recebeu mais de R$ 354 milhões somando Assistência Social, Educação e Saúde, sem contar com outras áreas e a arrecadação própria.

Só na Educação, foram mais de R$ 149 milhões, enquanto a Saúde ultrapassou R$ 192 milhões, evidenciando que dinheiro não faltou. Mesmo assim, o prefeito insiste na choradeira, repetindo que “não há recursos” e culpando outras esferas governamentais. O discurso cai por terra quando confrontado com as cifras milionárias que abastecem mensalmente os cofres públicos. 

Para piorar, enquanto dramatiza para a população, a prefeitura mantém uma farra de parentes ocupando cargos estratégicos, justamente nas áreas de fiscalização, controle e gestão financeira, onde deveriam estar profissionais técnicos e independentes.

Essa prática levanta suspeitas sobre prioridades e transparência, pois transforma setores essenciais em redutos familiares, enfraquecendo a credibilidade da administração. Assim, a população assiste à combinação explosiva: repasses robustos, serviços públicos precários e um gestor que prefere reclamar a explicar onde o dinheiro realmente foi parar. No fim, o relatório deixa claro: recursos existiram — o que falta é gestão, responsabilidade e respeito ao erário.

domingo, 7 de dezembro de 2025

O Maior Golpe da História: Joãozinho Félix Engana o Povo das Casas Outra Vez!

Prefeito cria fake sobre construção de casas



Na eleição de 2020, Joãozinho Félix prometeu o impossível: garantir 2.000 casas com recursos que, na prática, jamais estavam assegurados. A promessa, que deveria ter sido alvo de uma ação mais enérgica do Ministério Público Eleitoral, já revelava sinais claros de propaganda irregular e enganação deliberada. Ainda assim, o então candidato seguiu adiante, amparado por um discurso sedutor e pela confiança de uma população que acreditou na palavra do futuro gestor.

Já no exercício do mandato — e impulsionado pela eleição do próprio filho como deputado estadual — o prefeito levou a farsa a outro patamar. Criou um suposto “cadastro municipal” para moradias, com direito a uso intenso de todas as mídias possíveis: rádios, jornais, televisão e redes sociais pessoais, inclusive aquelas impulsionadas por aliados pagos para promover sua imagem. A manobra, recheada de propaganda, alimentou novamente o sonho da casa própria, mas terminou em frustração e revolta. Nada saiu do papel.

Agora, com o governo federal liberando imediatamente a construção de 250 casas por meio da Caixa Econômica, a verdade finalmente aparece. Os recursos não eram do município, não eram fruto de articulação do prefeito — e muito menos promessa cumprida de Joãozinho Félix. Mesmo assim, ele tenta pegar carona na conquista federal, como se a política habitacional fosse mais uma de suas realizações. Trata-se de mais um capítulo no longo histórico de manipulações do gestor.

É preciso destacar ainda o alinhamento bolsonarista do prefeito, cuja prática política replica o velho padrão de bravatas, fake news e anúncios grandiosos sem lastro na realidade. A população merece respeito, transparência e seriedade — e não sucessivas ilusões criadas para fins eleitorais. O episódio das casas escancara um método: prometer, enganar e culpar outros quando a verdade aparece. Resta ao povo não esquecer e cobrar responsabilidade de quem transformou esperança em propaganda vazia.




 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

STJ DETONA prefeitos que usam redes pessoais para se promover!

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reforçou um entendimento que tem impacto direto na comunicação das prefeituras: usar perfis pessoais para divulgar programas, obras ou serviços públicos pode configurar promoção pessoal ilícita. A decisão se apoia no Artigo 37 da Constituição Federal, que determina que a publicidade institucional deve ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, sendo vedada qualquer forma de autopromoção.

O tribunal alerta que a prática pode resultar em ações de Improbidade Administrativa, especialmente quando servidores, equipes de comunicação ou recursos públicos são utilizados para alimentar contas privadas. O caso do ex-prefeito João Doria (SP) é um exemplo citado para ilustrar os riscos desse tipo de conduta.

Diante disso, o Ministério Público tem expedido recomendações preventivas, orientando prefeitos e gestores a utilizarem apenas canais oficiais da administração municipal para divulgar ações governamentais. Para os órgãos de controle, essa separação é fundamental para garantir transparência, moralidade e respeito ao princípio da impessoalidade.

A medida busca impedir que ações públicas sejam transformadas em ferramenta de promoção política, preservando o interesse coletivo e evitando vantagens indevidas. A discussão reacende o debate sobre os limites entre comunicação institucional e pessoal. Qual sua opinião sobre essa proibição?


Fonte: STJ

O GOLPE DO ANO: Welington Sena Promove Corrida Secreta para Tomar o Controle de Campo Maior

Wellington Sena: práticas golpistas
Foto: Câmara Municipal de Campo Maior

A Câmara Municipal de Campo Maior insiste em trilhar um caminho que afronta a lógica democrática e ignora decisões cristalinas dos tribunais superiores. A tentativa de realizar duas eleições internas no mesmo ano não é um “procedimento regimental”; é uma manobra evidente para concentrar poder e manipular o calendário em benefício de poucos. E, diante do cenário estadual, o alerta fica ainda mais grave.

Há poucos dias, o ministro Kássio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, anulou a eleição antecipada da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Jatobá do Piauí, que havia escolhido, de forma irregular, sua direção para 2027–2028. A decisão atendeu à representação do Ministério Público Eleitoral, ao apontar que a votação antecipada feriu entendimento já pacificado pelo próprio STF. Segundo o ministro, eleições “antecipadas demais” desequilibram o jogo democrático e buscam amarrar o futuro, impedindo que novos parlamentares exerçam livremente sua vontade.

Mesmo assim, em Campo Maior, parece que a lição ainda não foi aprendida. Wellington Sena, repetindo a prática do pai — também adepto de antecipar eleição — corre para garantir sua própria reeleição num clima de urgência que levanta sérias suspeitas. Pressão contra o prefeito? Ensaios para candidatura majoritária? Tentativa de fechar acordos antes que a maré vire? Qualquer hipótese revela mais sobre ambição do que sobre compromisso público.

A pergunta que ecoa é simples: até onde vai essa pressa? E mais: desde quando regimento interno está acima da legislação federal e das decisões do STF? A democracia não pode ser usada como escada de projeto pessoal, nem transformada em arranjo de compadrio. O povo de Campo Maior merece transparência — e não truques de bastidores feitos às pressas para garantir poder a qualquer custo.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Até quando a Curva dos Canudos será a “Curva da Morte”?

Mais uma vítima da "curva da morte"

Até quando a Curva dos Canudos, na PI-114, continuará sendo conhecida como a “Curva da Morte”? A cada semana, novos registros de acidentes reforçam um cenário que já ultrapassou o limite da casualidade: caminhões tombam, ônibus clandestinos viram, carros derrapam, motociclistas perdem o controle. Famílias inteiras se desfazem em um trecho que deveria ligar cidades, mas tem se tornado ponte para tragédias anunciadas.

Nos últimos meses, manchetes se repetem como um eco de descaso: caminhão com frangos tomba, jovem morre ao visitar a família no Natal, ônibus clandestino capota, motorista fica preso nas ferragens, cinco pessoas envolvidas, três em estado grave. São vidas ceifadas, histórias interrompidas e estatísticas que crescem diante da indiferença do poder público.

É impossível naturalizar o inaceitável. É urgente questionar: quantas vidas ainda serão necessárias para que medidas concretas sejam tomadas? O trecho exige, há anos, intervenção séria — seja por readequação do traçado, instalação de defensas, reforço da sinalização, redutores de velocidade ou fiscalização permanente. O que não se pode mais fazer é deixar o tempo decidir o destino dos que passam por ali.

A sociedade clama, as famílias choram e o asfalto testemunha um histórico que não pode continuar. A Curva dos Canudos não pode ser lembrada como sinônimo de morte. É hora de transformar luto em ação, dor em responsabilidade e descaso em solução.

Que o poder público, enfim, trate desse assunto com a urgência que ele exige — antes que novas manchetes repitam o que já sabemos de cor: mais um acidente na PI-114. Mais uma vida perdida. Mais uma tragédia que poderia ter sido evitada.